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Meu nome é Diego José Evangelista Alves. Brasileiro. 31 anos. Solteiro. Heterosexual. Catolico. Administrador pela PUC Goiás. Empreendedor Autonomo. Resido em Goiânia, GO, Brasil. Sou um homem são, honesto e estou em pleno uso e controle de minhas faculdades mentais.

 

Identifiquei ser vítima de tortura psicotronica/ eletronica, gangstalking e sabotagem sócioeconómica (desde meu nascimento) apos ponderar sobre fatos ocorrentes comigo no municipio de Goiânia - Goiás - Brasil a partir 01/2014. Tambem apos fazer contatos com a familia de meu pai biologico Iramar Jose Alves (falecido) e me certificar sobre o envolvimento dessa familia (Ver Menu Notas: Sobre meus contatos com a família de Iramar José Alves). E ainda apos realizar pesquisas na web sobre tecnologias avançadas de comunicação, lavagem cerebral, torturas e assuntos pertinentes. (Ver Menu Links).

 

Conclui que a familia de Iramar interfere nocivamente em minha vida sem se expor, atraves dos serviços de uma quadrilha internacional mercenaria que tem acesso a tecnologias para tortura psicotronica/ eletronica, contingente para gangstalking e consideravel poder economico. As atividades da quadrilha contra minha pessoa estao relatadas neste site e compreendo que a mesma atua em minha vida desde o meu nascimento, pois, enquanto me torturam com suas tecnologias, transmitem atraves das mesmas, vídeos, imagens e conversam entre si (com intenção de me manipular a raciocinios que os beneficiem no que fazem), sobre momentos passados de minha vida, de familiares e de pessoas conhecidas. Refletindo sobre situações do passado onde eu estive gratuitamente expostos a riscos (de morte) e constrangimentos desnecessarios e mesmo infundados, identifiquei o modus operandi de ação da quadrilha e seus associados contra minha pessoa. Acredito que a quadrilha também agiu contra a minha avó Maria Emidio Evangelista (falecida), com objetivo de me atingir, por ser ela a pessoa mais influente sobre minhas decisoes pessoais. Refletindo sobre a morte de Iramar José Alves e considerando situacoes vividas junto ao mesmo e tambem relatos de pessoas próximas a ele em periodo recente anterior a sua morte. Concluo que Iramar assim com eu ofereceu resistência ao controle imposto pela quadrilha que tem a participação direta de sua família e foi levado a obito enquanto tentavam subjuga lo. (Ver Menu Notas: Sobre a morte de Iramar José Alves/ Sobre a morte de Maria Emidio Evangelista).

 

Conclui que a quadrilha age contra a minha vida de acordo com os interesses comuns das Irmãs de Iramar, Iara Celia Borges Alves de Carvalho, Mara Edna Alves de Carvalho e do outro filho de Iramar, Jeronimo Alves de Oliveira Neto, com a participação destes, de pessoas associadas aos mesmos e considero também os interesses da própria quadrilha em meus direitos legitimos sobre os patrimônios de meus "avós" paternos João Alves de Carvalho e Eva Edna Alves que endossam a quadrilha e também participam das atividades contra minha pessoa (Os patrimônios em questão podem totalizar um montante de nove dígitos em moeda corrente. Ver Menu Notas: Sobre João Alves de Carvalho e Eva Edna Alves). As pessoas que operam a telepatia sintetica chegaram a afirmar que eu não tenho saída, que mandam em João e Eva e que a quadrilha responde apenas ao filho de Iara, Argeu Borges Alves de Carvalho. Além disso se gabam, dizem que estão acima da lei por seu poder economico e eu nunca poderei incriminá-los pelos crimes que cometem. Provavelmentei sairei desta situação morto ou no minimo (totalmente) física, psicológica, intelectual e socialmente degradado. Nunca darei razao as atividades desses mercenarios psicopatas criminosos contra minha vida. A família de Iramar já se recusou (em 2011) a negociar diretamente comigo a minha participação futura nos patrimônios em questão (Ver Menu Notas: Sobre minha relação com Iramar José Alves e sua família e Sobre: João Alves de Carvalho e Eva Edna Alves). Já disseram várias vezes via telepatia sintetica e pessoalmente (João Alves de Carvalho e Iara Celia Borges Alves de Carvalho) que "é mais barato para me matar."

 

Antes da explicitação e intensificação das atividades dessa quadrilha contra minha pessoa eu acreditava que vivia minha vida normalmente, trabalhava e planejava meu futuro de forma saudável e independente. A partir da imposição das rotinas de torturas eletronicas constantes, associadas as atividades dos agentes de gangstalking em 01/2014 não consigo trabalhar, comer e nem dormir normalmente, abdiquei de minha vida social para impedir o acesso de integrantes da quadrilha a minha pessoa e assim preservar minha integridade em todos os aspectos. Sou fisica e psicologicamente agredido 24/7/365 via telepatia sintetica e tortura eletronica. Estou sendo literalmente destruído pelas ações das pessoas relatadas neste site. Sobrevivo "isolado" em minha residencia colecionando seqüelas físicas, sob assedio constante e vivendo do que sobrou de meu capital que anteriormente estava aplicado a empreendimentos solidos, rentáveis ​​e bem administrados na comercialização de terrenos, construção de habitações populares na cidade de Aparecida de Goiânia GO, além da comercialização de alguns veículos usados, me provendo meios de subsistência e evolução patrimonial. Contudo sob ataque constante e intenso da quadrilha a partir de 01/2014, sobrevivo penosamente de capital limitado que acabara em meados de 2016 me levando a situação de rua. Pois em hipotese alguma me colocarei dependente de qualque pessoa. (Ver Menu Notas: Sobre meus empreendimentos e vida profissional e Sobre Deposicao Extrajudicial de um individuo sobre si e sobre a sociedade alterando ocultamente a psique e sabotando o individuo).

 

O texto abaixo sintetiza os fatos ocorrentes comigo em Goiania, Goias, Brasil a partir de 01/ 2014.

 

Em 01/2014, comecei a perceber vozes intracranianas (Ver Menu Links – Telepatia Sintetica, Patentes), fragmentos de músicas constantemente repetidos, além de vídeos e imagens que simulavam pensamentos, memórias e raciocínios atipicos. Somado a isso notei alterações físicas distintas no funcionamento do meu corpo (Veja o Menu Links - "Tortura Electrónica") durante a realização de minhas rotinas cotidianas. Notei que havia um grupo de carros me seguindo/ acompanhando e me provocando de diversas formas, enquanto eu dirigia pela cidade no cumprimento de minhas rotinas profissionais, percebi que alguns transeuntes repetiam (discretamente) gestos orquestrados associados aos conteudos das transmissoes por telepatia sintetica ao fazer contato vizual comigo em trajetos cotidianos. Alterava meus trajetos aleatoriamente para me certificar que estava sendo assediado e notava os mesmos carros me seguindo/ acompanhando (discretamente) e outros transeuntes repetindo os mesmos gestos ao fazer contato visual comigo, (Veja o Menu Links - "Gangstalking"). Comecei a dirigir em circulos por um bairro e direcionar minha atenção aos veiculos que me acompanhavam, entao os mesmos se dispersaram e algum tempo depois um outro grupo com veiculos diferentes mas com as mesmas atitudes assumiu o assedio, me seguindo/ acompanhando e me provocando de diversas formas (impedindo que eu realizasse manobras evasivas ao cerco como se tentassem me distrair do meu trajeto casa/trabalho e me conduzir a um lugar especifico). Eu parava meu veiculo e o grupo desaparecia, eu voltava ao transito normal e logo estavam a minha volta novamente. Geralmente um grupo de 10 carros.

 

As transmissoes via telepatia sintetica, as alterações fisicas por tortura eletrônica e os agentes gangstalking (pedestres e motoristas) interagiram em conjunto tentando me distrair de minhas rotinas em andamento e influenciar meus raciocínios a respeito dos motivos pelos quais eu estava sob assedio. Ocasionalmente as pessoas que operam a telepatia sintética conversavam entre si e me relacionavam (em suas discussoes) ao falecido Iramar e membros de sua família (com a qual eu não mantinha qualquer contato ou relação direta a muitos anos). Em alguns momentos reconheci as vozes do pai de Iramar, João, da irmã de Iramar, Iara e dos filhos desta, Argeu e Arédio. Somado a isso identifiquei que o grupo e pessoas associadas ao mesmo (familia de Iramar e sua quadrilha) interagiam comigo através das redes sociais (Facebook e YouTube). Alteravam informações pessoais em meus perfis (acessando meu computador remotamente), adicionavam pessoas a meus círculos, me adicionavam a círculos de outras pessoas, enviavam mensagens em meu nome, me enviavam mensagens em nome de terceiros, além de participar de conversas privadas em tempo real alterando o conteúdo de ambas as partes, gerando conflitos na comunicação com os objetivos de me constranger, contradizer e mesmo me “coagir” a conversas e relacionamentos que não me interessavam. Algumas pessoas ligadas a familia de Iramar e a quadrilha que os serve, me adicionavam a seus circulos em redes sociais e forçavam dialogos sem nexo, quase sempre me contextualizando em situações ridiculas ligadas aos mesmos e a familia de Iramar. Em meados de 02/2014 cheguei a excluir todas as minhas contas em redes sociais.

 

A priori os operadores da telepatia sintética tentaram me alienar e me forçar a obedecê-los através de mensagens abstratas via telepatia sintetica (fragmentos de musicas, imagens, videos etc) associadas a tortura eletrônica e gangstalking. Entendi que tentavam uma lavagem cerebral para me conduzir a abandonar minha autonomia pessoal. Diziam coisas absurdas: Que eu estava sendo recrutado pela CIA (Central de Inteligencia Norte Americana) e não tinha escolha / Que a família de Iramar fazia parte da CIA no Brasil / Que eu estava participando de um processo de seleção para sobreviver a uma redução da população mundial e participar de um programa de melhoramento genetico / Que Iramar Jose Alves era "imortal" e que o mesmo era um experimento militar fracassado, que teriam forjado sua morte e ele vivia escondido nas terras de sua mãe na zona rural do municipio de Trindade GO / Que o outro filho de Iramar, Jeronimo Alves de Oliveira Neto era meu "concorrente" / Que a família Iramar e o património destes tinham origem nazista / Chegaram a dizer que a família de Iramar tinha origem extraterrestre / Me coagiam a me mutilar para encontrar supostos microchips implantados (jamais cogitei tal ato) / Discutiam entre si sobre o que eles me faziam e se questionavam por não conseguir me induzir a desespero e suicídio.

 

Contudo a telepatia sintetica associada as transmissões de vídeos, imagens, tortura eletronica e gangstalking passaram a ser tao intensas que me impediam de conduzir minhas rotinas profissionais e pessoais, me levando a um estado severo de esgotamento fisico e mental.

 

Contrariando as intenções da quadrilha me mantive calmo e lúcido, não propaguei a ninguem sobre os conteudos absurdos das mensagens via telepatia sintetica e me coloquei a refletir sobre os fatos que se sucediam, motivos, intenções dos envolvidos e tecnologias sendo usadas para me assediar enquanto tentava conduzir minhas rotinas pessoais e profissionais (sem sucesso).

 

Na primeira semana de 01/2014 refletindo sobre a origem das transmissões, notei objetos luminosos (Veja imagens e vídeos nos Menus ImagensLinks) no céu orbitando minha residência em Goiânia - GO - Brasil, em horários onde não se vêem estrelas ou planetas no céu a olho nu. Pude percerber ainda que estes objetos permaneciam abaixo das nuvens em alguns momentos e que durante a madrugada diminuíam a altitude consideravelmente pois a luminosidade e o tamanho se sobressaiam, alem de realizarem ocasionalmente curtos e rapidos movimentos aleatorios (para me provocar). Concluí então que seriam "satélites ou Super drones hitec" e que partiam destes objetos as transmissões da telepatia sintetica e as interferências fisicas dolorosas que alteravam de forma atipica o funcionamento de meu organismo. Ate entao eu não havia encontrado informações na web sobre tortura psicotronica/ eletronica e gangstalking. Por alguns dias cheguei a me distrair sobre as intenções do grupo que me assedia e me sentir privilegiado por interagir com tais tecnoogias. Porem o esgotamento físico e mental, alem dos prejuizos e sequelas que se acumulam me alertaram novamente sobre as intenções dos envolvidos.

 

No início de 02/2014 me dirigi a boate Class em Aparecida de Goiânia GO, a fim de relaxar diminuir o stress causado pelos acontecimentos relatados neste site. Nesse local iniciei uma conversa com uma garota de programa que eu nunca tinha visto ate então, ela insistia em falar sobre o recente falecimento de Filogomes Alves de Carvalho Neto (Veja o Menu Links), neto de um dos homens mais ricos no Brasil que por sua vez é um dos irmãos de João Alves de Carvalho, pai de Iramar (meu pai bilogico, falecido). A garota perguntava repetidamente sobre eu ter visto notícias sobre o acidente que vitimou Filogomes e insistia em perguntar se eu conhecia o falecido, além de relatar que teria feito programas com o mesmo e recebido "caches" de até R$ 5.000,00. Eu disse ter ouvido comentários sobre o acidente e não conhecer pessoalmente o falecido (o que é fato, o vi apenas uma vez, na fazenda de João Alves de Carvalho, quando eu era adolescente, "fato não relatado a garota"). Saimos da boate e fomos para o Motel Sedução, quando em um intervalo de nossa atividade sexual a garota se “revelou” a serviço da quadrilha que me assediava. Tínhamos mantido apenas uma conversa trivial, eu não disse a ela nada sobre minha vida pessoal, sobre os acontecimentos relatados neste site (muito menos sobre o falecido Iramar e o parentesco do mesmo com Filogomes). Em dado momento a garota disse: Eu vou te dizer uma coisa, você não perdeu nada depois que seu pai morreu, você terá tudo o que e seu por direito. Após dizer isso a garota comecou a me fazer sexo oral e depois que eu ejaculei em sua boca ela limpou o esperma da boca e rosto com a mão e tocou se na vagina (como se tentasse se auto inseminar). Neste momento percebi que eu deveria redobrar o cuidado com as pessoas envolvidas na conspiração (meses depois desta noite averiguei a condicao da garota para ter certeza que ela não engravidara). Na saída do motel outra surpresa. Um homem estava em pé perto da cabine caixa e quando parei meu carro para efetuar o pagamento de minha estadia o tal homem comecou a insistir que iria pagar minha conta e que queria ir comigo para onde quer que eu fosse. Recusei imediatamente e lhe disse que usasse seu dinheiro para pagar um táxi e ir para onde quisesse (tive que fechar os vidros e travar as portas do veiculo porque o homem insistia em entrar em meu veículo e não permitia que eu pagasse minha conta, enquanto a funcionaria do motel não ameaçou chamar a polícia ele não se afastou do meu carro). Finalmente consegui pagar a conta e ir para minha casa, totalmente perplexo com os fatos ocorridos.

 

Em meados 02/2014 totalmente esgotado e sob constante assedio por telepatia sintetica, tortura psicotronica/ eletronica, gangstalking e já convicto que a quadrilha era diretamente envolvida com a família de Iramar e com a participação de membros desta família me assediando através de tecnologias avancadas por interesses financeiros desonestos em meus direitos legitimos sobre os patrimonios de João Alves de Carvalho e Eva Edna Alves, os emitentes de telepatia sintética cientes disso, começaram a me questionar diretamente sobre o que eu faria apos de ter acesso a grande soma em dinheiro (questionavam o meu conhecimento sobre os patrimonios dos pais da Iramar e tentavam me induzir a raciocínios específicos sobre o valor e a distribuição destes patrimônios), propounham questoes e tentavam influenciar os meus raciocínios a respeito de onde eu viveria, em que atividades investiria e sobre o meu interesse em um casamento arranjado com uma mulher escolhida por eles em acordo com João Alves de Carvalho. Em dado momento passaram a exigir que eu "pagasse" a eles quantia equivalente a 10% do montante que me cobuesse por direito referente aos patrimónios em questão (diziam que um dia alguém iria me procurar para um "cafe"). Quando eles entenderam que eu não cederia à extorsão passaram a me coagir a estar subordinado a Argeu filho de Iara (que participavam das concversas via telepatia sintetica) para que ele administrasse meu acesso e participação nos patrimonios de João e Eva. Quando entenderam que eu me manteria indiferente e independente a seus interesse, por ter compreendido que se tratava de um golpe contra os meus direitos, a interação com essas pessoas assumiu característica plena de tortura constante e tentativa de assassinato contra minha pessoa, a fim de forçar me a concordar com os interesses dos envolvidos e agir de acordo. Desde então, minha vida se tornou um inferno constante e prejuizos se acumulam. Eu cheguei a emagrecer sete (7) quilos nos primeiros meses de 2014, a partir de entao sofro oscilações de peso, tenho dificuldades de locomoção, lesões visíveis no rosto, nos olhos (Veja o Menu Imagens) e não posso conduzir minha vida normalmente em função da tortura eletrônica e do gangstalking 24/7/365. Alem das sabotagens socioeconômicas e conseqüências gerais que se acumulam.

 

Como a quadrilha não conseguiu causar a minha morte e não permiti que assumissem o controle da minha vida, passaram a insistir em me coagir a suicídio, enquanto me torturavam eletronicamente e quando questionados sobre a necessidade do que faziam pois, em 2011 ofereci negociar com a família de Iramar (Argeu Borges Alves de Carvalho, Edio Borges Alves de Carvalho e Jeronimo Alves de Oliveira Neto) uma cessao de direitos total em relação a direitos de Iramar (outorgados a minha pessoa em razão de seu falecimento) sobre o patrimônio de seus pais. Nenhum deles se manifestou.

 

Os operadores da telepatia sintética passaram então a dizer que estavam me ‘testando”. Como se fossem me convencer que sou um idiota. Num segundo momento passaram a dizer abertamente que sairia mais barato me matar. A partir do momento em que entendi que o assédio desta quadrilha não cessaria ate destruir totalmente a minha vida em todos os aspectos, afirmei aos emissores da telepatia sintética que não estava disposto em qualquer circunstância a submeter minha vida e meu corpo a abusos por dinheiro ou por qualquer outra coisa. Reconheci minha impotencia diante do poder econômico da família de Iramar e pedi para me deixar em paz e fizessem o que bem entendessem com os patrimonios dos pais de pais Iramar (me dispus a assinar o documento que se fizesse necessário para que me deixassem em paz, sem contrapartida financeira). Como não me atenderam decidi pedir esclarecimentos a família de Iramar com a qual eu não mantenho contato e nem relacionamento direto a mais de 10 (dez) anos. (Ver Menu Notas: Sobre Meus contatos com a família de Iramar).

 

Depois de aproximadamente três (3) meses, sob tortura constante, fisica e mentalmente esgotado sem conseguir conduzir minha vida normalmente, fazendo contatos com a familia de Iramar, refletindo e realizando pesquisas na web sobre tecnologias avançadas de comunicação, lavagem cerebral, torturas a distância e etc, encontrei informações sobre as tecnologias e metodologias utilizadas para a tortura psicotronica/ eletronica (com características e metodologias identicas as por mim experimentadas), também encontrei varios vídeos de objetos semelhantes aos que chamo de "satélites, Super drones hi tec" em várias partes do mundo (Veja os Menus Imagens e Links), feitos por pessoas que se entitulam "target individuals" e afirmam estar sendo assediadas por seus governantes. Entendi que não é necessario qualquer tipo de implante (chip), pois a tecnologia permite mapear a freqüência eletrica do cérebro de um indivíduo à distância e transmitir a esse cérebro diretamente no córtex auditivo e no córtex visual como se o indivíduo se tornasse um receptor codificado único, podendo ser individualizado em uma multidao. Somado as transmissoes (audio e video) as tecnologias permitem alterar as funções do cerebro bombardeando partes especificas do cérebro alvo com ondas eletromagneticas, alem de estimular musculos e nervos para produzir movimentos involuntarios e tambem provocar dores e lesões em articulações, olhos, testículos, pele e órgãos internos (Ver Menus Links e Imagens).

 

Analisando minha interação com o sistema que descrevo neste site tornou-se claro que o aparato tecnológico também tem propriedades de um polígrafo, pois os operadores não aceitam respostas apenas para que cessem a tortura. Encontrei também na web vários relatos de vítimas de tortura psicotrônica/ eletronica no Brasil e no mundo (alguns ja levados a obito). Dois casos em Niterói RJ e Lugano Switzerland me chamaram a atenção porque as vítimas, Rodrigo Jorge Bucker e Francesca Valerio Invernizzi relatam estar sendo assediado por famílias influentes e descrevem experiências semelhantes as que tenho com a quadrilha relatada neste site (Veja Menu - Links). Em março de 2015, Rodrigo Jorge Bucker retirou da web praticamente todo o conteúdo de seus relatos (mantendo apenas um abaixo assinado virtual para que o MPF investigue casos de tortura psicotronica/ eletronica). Por outro lado, Francesca Valerio Invernizzi afirma em sua página do Facebook que está a preparar um livro sobre a experiência degradante que vive.

 

Encontrei em uma página da web um diálogo entre a escritora e pesquisadora Mara Vianna, integrante da ALB / SC (Academia Brasileira de Letras de Santa Catarina - autora do livro  "A leitura do pensamento") e uma suposta vítima de tortura psichotronica. Neste diálogo Mara Vianna diz a suposta vítima que a polícia federal investiga no sul do Brasil o chefe de uma quadrilha que utiliza tecnologias para produzir vozes intracranianas (Veja Menu - Links). No entanto, eu não tive nenhuma resposta por parte da Polícia Federal sobre as minhas denuncias, sobre meu pedido de ingresso em programa de protecao a testemunha e nem sobre a existência da investigação anteriormente citada.

 

Identifiquei ainda um grande número de pseudo vítimas que compõem uma espécie de gangstalking on-line, alegando ter implantes cerebrais, nano robôs em seus corpos, manifestando aceitação a diagnosticos de esquizofrenia como "cura", alardeando suicídio e com pontos de vistas apocalípticos, vagos, caricaturados, romantizados e deturpados. Entendo que essas pessoas trabalham para influenciar as verdadeiras vítimas e até mesmo desacreditá-las, para desacreditar a existência das quadrilhas mercenárias, ocultar as esferas de ações desses grupos e até mesmo para gerar desatenção as tecnologias utilizadas ​​para esse tipo de crime. Algumas dessas pessoas podem até ser vítimas reais manipuladas em relação à realidade de seus fatos, sendo usadas para campanha de descredito e desinformação.

 

Há também um grande número de vítimas, especialmente nos EUA que dizem estar sendo assediadas por seus governos.

 

Em meado de 03/2014, tentando conduzir minha vida (já com severos prejuizos e sequelas fisicas) descrente de entrar em contato com a família Iramar para tentar por fim ao horror que esta familia e sua quadrilha mercenaria toruxeram para minha vida, a tortura eletrônica me desorientadou a ponto de causar um acidente de carro que quase me levou a obito (por centimetros uma coluna de concreto não atingiu meu cranio) meu carro foi completamente destruído, felizmente eu e passageiro que tinha acabado de me comprar o veículo sofremos apenas ferimentos leves, também por sorte nem o motorista do outro veículo que também foi totalmente destruído e nenhum transeunte ficaram feridos gravemente. Durante o momento do acidente e imediatamente após a tortura eletronica intensificou se a fim de me desorientar totalmente e até mesmo causar-me um ataque cardíaco ou AVC, no entanto consegui manter a calma e lucidez, afastei me do local do acidente, andei ate um posto de gasolina para beber água e me aliviar. Então retornei ao local do acidente, procedi a retirada do veículo e caminhei por oito quilometros até a minha residência.

 

Após este acontecimento temendo por minha vida, entrei em contato a minha mãe biológica, Maria da Consolação Evangelista que residia em Bridgeport, Conecticuit, USA. Enviei a ela um texto relatando os fatos, alem de fotos e videos dos objetos que chamo de "Satélites, Super drones tec" e pedi para que ela tentasse obter ajuda com um ex patrao da mesma que eu sabia ser agente do FBI. De acordo com Maria, ela levou o assunto ao conhecimento deste agente do FBI chamado Kenny, que disse estar interessado no caso pois eu relatava tecnologia de uso militar restrito. Depois de alguns dias Maria me telefonou e disse que o agente do FBI Kenny tinha conhecimento do que me acontecia e iria me ajudar em um período de 30 dias se eu autorizasse que ele me retirasse do Brasil. Concordei e após o prazo de 30 dias, tres homens vieram ate minha residencia em Goiania Goias, se apresentaram como “amigos” do agente Kemmy e disseram que eu seria levado a um hospital para ser examinado antes do procedimento para me conduzir aos EUA (eu havia dito e a Maria que por tudo o que eu encontrara na web sobre a tortura psicotronica/ eletronica seria pouco provável que eu tivesse um implantem (chip), contudo acompanhei os três homens imaginando que fosse ser submetido a exames fisicos e psicologicos de praxe antes de sair do pais). No entanto me levaram para uma armadilha em uma clínica psiquiátrica no municipio de Aparecida de Goiânia GO (Pax clínica psiquiátrica). Chegando a clínica me disseram para acompanhar uma infermeira que foi ate o carro no estacionamento. Civilizadamente a acompanhei ate a presenca da medica responsavel que me perguntou em que poderia me ajuda e questionou me sobre as ordens que eu recebia das vozes em minha cabeça. Afirmei não ouvir vozes e disse apenas que havia solicitado ajuda de minha mae residente nos USA por estar sob cerco de uma quadrilha a mando da família de meu falecido pai por motivos financeiros e que teria sido conduzido à clínica por pessoas a mando de Maria da Consolação para exames antes de deixar o pais. "Eu não informei nada sobre telepatia sintetica, Tortura psicotronica/ eletronica e Gangstalking por já ter percebido a armadilha". No entanto médica me questionou quem eram os homens que me levaram até a clínica, se eram meus amigos ou  famíliares. Eu disse que foram ate minha residencia a mando de Maria. Então a medica disse que iria pedir esclarecimentos aos homens que me levaram a clínica e saiu da sala enquanto outras duas médicos conversavam entre si, em seguida, uma delas atendeu a uma chamada telefonica e instruíu um enfermeiro a medir minha pressão arterial e meus níveis de glicose, entao fui trancado em uma sala e um dos enfermeiros me apresentou duas (2) injeções e quando eu recusei civilizadamente e pedi para falar com a médica, ameacaram me amarrar e me medicar a força, decidi submeter me as injecções para não ser rotulado violento, periculoso e entao amarrado. Após o efeito da droga que me injetaram, acordei em um quarto sujo sem meus pertences e documentos pessoais e notei que um isqueiro que estava dentro de minha pasta junto a um maço de cigarros, havia sido colocado dentro de minha cueca. Entao as pessoas emitentes da telepatia sintetica intensificaram a tortura eletronica e me coagiam a atear fogo nos lençõis do quarto (não o fiz). Me dirigi ao balcao dos enfermeiros no primeiro andar do predio e exigi civilizadamente falar com o medico responsavel pelo meu encarceramento (não fui atendido e fui ameaçado de novamente ser dopado). Percebi entao eu tinha caido em uma enboscada para me rotularem mentalmente perturbado, dependente quimico e me manter preso ilegalmente. Temendo por minha integridade física e psicológica decidi que não deveria ficar ali, reclamei meus pertences e documentos e fui ignorado pelos infermeiros, por sorte conseguiu pular o muro da clínica e andei até a minha residência onde eu tive que arrombar uma janela para entrar, (fiz contatos por telefone com as polícias civil e militar para que me acompanhassem até a clínica para recuperar os meus documentos e notebook, no entanto não havia viaturas disponíveis e me orientaram a procurar a delegacia de meu bairro para registrar uma ocorrencia sobre o encarceramento ilegal e subtração de meus pertences, quando eu me preparava para ir a delegacia já por volta das 20:00, um homem veio à minha casa e me devolveu meus documentos e pertences pessoais que haviam sido subtraidos na clínica. No outro dia, descobri que esse homem se mudou para uma casa a cem metros da minha, no dia seguinte o tal homem estabeleceu uma banca de venda de vegetais a 100m de minha residência e passa o dia observando minha casa com um grupo de pessoas. Em meus pertences faltavam meu RG e cartao do plano de saúde UNIMED. Dirigir-me a secretaria de seguranca publica de goias para solicitar segunda via de meu RG e ate a cede da UNIMED para solicitar uma segunda via do meu cartão e descobri que a médica da Pax Clinica psiquiátrica havia me internado alegando dependência química e sintomas de esquizofrenia. Obs. Eu nunca fiz segredo a ninguém que eu usava maconha recreativamente. No entanto, no momento desta internação ilegal, eu não tinha contato com maconha a mais de seis (6) meses. Mesmo antes destes acontecimentos eu não usava qualquer tipo de substancia quimica intorpecente ou medicamento alem de ocasionalmente fumar um baseado de maconha. Após este encarceramento ilegal, Maria da Consolação (já de volta ao Brasil e em contato com a familia de Iramar Jose Alves) começou a agir como os envolvidos na conspiração e passou a telefonar periodicamente para minha residencia agindo como se nada estivesse acontecendo e quando perguntada sobre suas atitudes, literalmente teatraliza de forma cinica e ridicula como se "acreditasse" que eu tenho problemas mentais, quando questionada sobre a emboscada que arquitetou contra minha pessoa disse que foi contra me encarcerar mas teve que concordar. Disse para que eu esquecesse qualquer ajuda do FBI e chegou a perguntar me em um dos telefonemas seguintes se eu estava disposto a ir com a mesma para Buenos Aires ou algum país da Europa. Em outro telefonema Maria disse que não poderia mais ficar no Brasil e queria que eu fosse com ela à Polícia Federal para tentar esclarecer a situação. Maria também me alertou sobre eu estar em perigo ao divulgar as atividades da quadrilha em minha pagina do facebook e neste site. No entanto decidi manter distância de Maria, pois eu nunca tive um bom relacionamento com a mesma, não mantemos contato direto a mais de 15 (quinze) anos e entendi que de alguma forma (coerção, chantagem ou mesmo suborno) a família de Iramar e a quadrilha especializada que os serve acordaram com Maria para que a mesma promova minha interdicao legal.

 

Provando meu raciocínio sobre as intenções de Maria da Consolação em conluio com a família Iramar e a quadrilha que os serve, na última semana de março de 2015 pessoas de uma entidade de apoio a doentes mentais (CAPS VIDA) estiveram em minha residência solicitaos por Maria. Recusei-me a atende los e tive que ameaçar chamar a polícia para fossem embora.

 

Na primeira semana de abril de 2015, Maria fez uma solicitacao ao SAMU, que deslocou ate minha residencia uma ambulância acompanhada de uma viatura da PM a fim de me conter devido a transtorno mental, contudo expliquei aos policiais e agentes do samu que não tenho nenhuma relação significativa com Maria a mais de quinze anos, não tenho transtornos mentais, não sou dependente quimico e que Maria em conluio com a família de meu falecido pai tenta me desqualificar de minha autonomia pessoal por interesses financeiros sobre meus direitos futuros nos patrimonios de meus avos paternos. Cientes de minha sanidade e razao, todos entenderam que Maria agiu de má-fé, pediram desculpas pelo inconveniente e foram embora.

 

A partir deste acontecimento as pessoas que operam a telepatia sintetica passaram a afirmar que Maria da Consolação Evangelista é uma "cadelinha obediente" faz tudo o que eles mandam e que com o apoio da mesma vao destrurir minha vida e sair rindo, porque estão acima da lei e sou um pobre coitado. Maria da Consolação entao passou a usar perfis falsos em redes sociais para oprimir-me por causa de minhas publicações (Ver Menus, Imagens e Links ). e frequentemente realiza telefonemas para minha residência para me ameaçar. Somado a isso Maria passou a participar das atividades de gangstalking, ocasionalmente ela trafega em frente a minha residência e imediações (mercado local, passou a frequentar as casas de alguns vizinhos, se aproxima de mim em lugares públicos sem me abordar diretamente).

 

Em 10/07/2015 fui procurado pelo locador do imovel onde resido desde 2013 e o mesmo me alertou que Maria o estava assediando para que o mesmo a apoiasse em um processo para me interditar. Contudo o locador recusou se a apoia la e me informou estar disposto a depor em meu favor contra Maria se necessario pois, como homem e profissional do direito entendeu que a mesma age de má fe contra minha pessoa.

 

Em 25/10/2015 mais uma vez estiveram em minha residencia pessoas do CAPS VIDA me pressionando para atende los pois precisavam dar uma resposta ao ministerio publico. Mais uma vez recusei me a atende los e orientei os mesmos a me processar legalmente. Foram embora e não mais me incomodaram.

 

Em 07/02/2016 por volta de 10:00 AM uma mulher que eu nunca havia visto ate então, começou a bater no portão de minha casa e gritar meu nome repetidamente, quando cheguei a janela do primeiro andar para ver do que se tratava, um taxi se aproximou, estacionou em frente a minha casa e Maria da Consolação Evangelista desceu do veiculo dizendo que queria conversar comigo enquanto a tal mulher permaneceu no portão em silencio. Eu disse a Maria que não a atenderia e que ela fosse embora, ela disse que iria e que deixaria “um negocio em minha caixa de correio”, após Maria entrar no taxi e ir embora a mulher segui em silencio na direção oposta. (verifiquei a caixa do crreio e nao havia nada).

 

Em 04/03/2016 esteve em minha residencia um funcionario do ministerio publico procurando por Maria da Consolação Evangelista. Questionou me sobre a mesma residir em minha casa e afirmou que ela estava no ministerio publico afirmando morar comigo e tentando abrir um processo contra minha pessoa alegando que preciso de tratamento medico. Ao conversar comigo, ser esclarecido sobre as intenções de Maria e sobre o fato da mesma não residir em minha casa  e não termos contato pessoal a mais de quinze(15) anos o homem afirmou que não acreditava que tenho problemas mentais, que entendia que Maria estava agindo de ma fe e me disse que o ministerio publico arquivaria o pedido da mesma pois a solicitacao não tinha amparo legal.

 

Em 26/11/2016 encontrei na caixa de correio de minha residencia um bilhete manuscrito, datado e com uma nota de R$ 20,00, (Ver Menu Imagens). Segue o conteudo:

 

Goiania, 23/ 2016

Meu filho Deus te abençoe

Li na internete que

voce diz que em 12 de

desembro de 2016 voce

estara em condicoes de 

rua, não va pra rua 

eu pago o seu aluguel,

seja coerente e fale comigo

voce tem que ir a um 

medico voce so vive

trancado em casa isso

não é saudavel

eu amo voce mais que 

tudo na vida, vamos

conversar vamos encontrar

um medico pra voce

ver seus olhos vi a 

foto na internete e me

preocupo muito com

sua saude, voce é

Culto é inteligente tenta

ira ao um medico de

sua confiança.

Sua mãe.

 

Ps .

 

A partir de 11/2015 tenho mantido contatos com advogados de vários estados do Brasil e ate mesmo nos EUA tentando tipificar os crimes praticados contra minha pessoa pela família de Iramar, pela quadrilha que os serve e seus associados ( um representante de uma firma de direito norte-americana, mesmo não aceitando me representar orientou me a procurar asilo em determinados países - Um advogado brasileiro atuante no DF me orientou a pedir inclusão no programa de proteção a testemunhas da PF. Contudo não tive nenhuma resposta da PF e de nenhum pais disposto a me asilar ate entao. Tenho encaminhado pedidos de ajuda on-line para entidades como MPG, MPF, STF, OAB, PF, ABIN, PC, INTERPOL, CAMARA FEDERAL, SENADO FEDERAL, (realizei denuncias diretamente para os escritórios de todos os senadores e deputados federais do Brasil e também para várias revistas, jornais, programas de TV, blogs, sites, etc. Além de entrar em contato com diversas autoridades internacionais (políticos eleitos e em campanha organizacoes como, FBI, CIA, NSA). Até agora sem qualquer resposta positiva. Entendi que familias multimilionarias e suas quadrilhas mercenarias com acesso a tecnologias restritas e mesmo experimentais agem livremente pelo mundo podendo tirar a vida de pessoas que não atendem seus interesses.

 

Como a familia de Iramar, sua quadrilha mercenaria e associados na conspiração contra meus direitos legitimos de acesso futuro aos patrimonios de meus avos paternos não conseguiram me levar a obito, nem me manter ilegalmente encarcerado em um sanatório e entenderam que eu não vou ceder às manipulações e não perderei a razão contra eles, estabeleceram uma rotina de tortura psicotronica/ eletronica e assedio liderado por Maria da Consolacao que deteriora meu corpo e me incapacita de viver normalmente. Compreendo que querem me impedir de conduzir minha vida normalmente para me levar a vulnerabilidade física, psicológica e financeira total ate que meus recursos acabem, me conduzam a situação de rua e então a óbito ou me mantenham encarcerado e dopado em uma clinica psiquiátrica com apoio de profissionais da psicologia e do direito. (ludibriados ou mesmo subornados).

 

Estarei em situacao de rua em meados de 12/2016 pois meus recursos financeiros estão acabando. E é inviavel viver normalmente estando sob tortura psicotronica/ eletronica, gangstalking e sabotagem socioeconomica.

 

Nem mesmo se eu enfrentasse um cancer eu teria estagnado minha vida e me prostrado dentro de casa consumindo todos os meus recursos financeiros durante mais de dois(02) anos e acarretando prejuizos irreparaveis em todos os aspectos. A tortura psicotronica eletronica, o gangstalking e a sabotagem socioeconomica praticados pela familia de Iramar Jose Alves e sua quadrilha mercenaria contra minha pessoa e meu seio familiar desde o meu nascimento, degradaram minha familia, minha vida e meu corpo tendo por objetivo me depor extrajudicialmente sobre minha autonomia pessoal e sobre a sociedade antes de me assassinar "ocultamente", para me impedir de participar por direito legitimo no patrimonio de meu pai biologico (o patrimonio de Iramar ao qual me refiro refere se a seus direitos legitimos como herdeiro necessario de seus pais). Contudo a degradacao de minha pessoa e contexto sera facilmente diagnosticada por profissionais e aceita por pesssoas "proximas" como resultado de algum disturbio mental, porem somente apos minha morte pois, em hipotese alguma negarei a verdade, por mais que pareca loucura aos olhos das pessoas que sao ceticas em relacao a tortura psicotronica eletronica por armas de energias dirigidas, gangstalking e sabotagens socioeconomicas pratiadas por quadrilhas especializadas que srevem a familias multimilionarias.

 

Como a familia de Iramar e sua quadrilha se dispuseram a “ocultamente” me assassinar ou me arruinar para me depor extrajudicialmente sobre minha autonomia pessoal (ate que me levem a obito), sobre a sociedade e me controlar atraves de uma pessoa subordinada ao grupo, teram exito me assassinando ou me encarcerando criminosamente como tentou Maria da Consolacao Evangelista, pois mesmo arruinado em situacao de rua e sob tortura eletronica constante não abrirei mao do total controle de minha vida, morrerei livre e são, como nasci.


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