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Notas:

(Citadas nos Menus deste site e pertinentes aos fatos relatados no mesmo)

 

Notas: Sobre meu relacionamento com Iramar Jose Alves e sua familia, (ate 2004).

 

Nasci em 1985, fruto de um relacionamento entre Iramar Jose Alves e Maria da Consolação Evangelista, que não resultou na uniao destes. Fui reconhecido por Iramar J. A. como seu filho legitimo no ano de 1986, apos processo judicial contra o mesmo movido por Maria da C. E.. Fui criado (no municipio de Trindade, Goias, Brasil) por minha avo materna Maria Emidio Evangelista sem qualquer ajuda de Iramar J. A. e Maria da C. E.. Vivi com Maria E. E. ate a sua morte em 2011. Contudo quando eu ja completara onze(11) anos vivi com Maria da C. E. por aproximadamente dois(2) anos e algum tempo depois tambem vivi com Iramar J. A. e a mae deste Eva E. A. por periodo de aproximadamente dois(2) anos. Porem sempre voltei a viver com minha avó Maria E. E.. Maria da C. E. sempre viveu dependente de Maria E. E. e em meados de 1999 migrou para os EUA e passou a colaborar finaceiramente com minhas despesas e com as de Maria E. E.. Iramar J. A. nunca se comprometeu financeiramente com minhas despesas, entretanto colaborou miseravelmente com minhas despesas educacionais ate o ano 2003. Apesar de sempre ter vivido com minha avó Maria E. E., eu tinha contatos frequentes com Iramar J. A. e alguns membros de sua familia, quando eu ja possuia condições fisicas de auxiliar Iramar J. A. em suas atividades profissionais nas terras de sua mãe Eva E. A. passei a dedicar me a auxilia lo nos finais de semana e ferias escolares, a partir de meus dezesseis(16) anos durante meio periodo diario, finais de semana, feriados e ferias escolares e nas mesmas condições quando vivi com ele e sua mãe na Fazenda Terra Podre. Em periodo entre os anos de 2002 e 2003 cheguei a abandonei os estudos e passei a me dedicar integralmente a trabalhar para Iramar. Contudo eu não recebia salario (apenas pequenas quantias, exporadicamente) e quando entendi que não havia nenhuma perspectiva de retorno justo sobre meu trabalho, voltei a viver com Maria E. E. no municipio de Trindade Goias e retomei meus estudos, porem ainda auxiliava Iramar em suas atividades. Meu relacionamento com Iramar J. A. e sua familia sempre foi pautado por trabalho braçal e maus tratos por parte de Iramar J. A., sua mãe Eva E. A. e por indiferença em relação aos demais membros de sua familia. Em meados de 2004 eu ja não frequentava mais a fazenda terra podre, não mantinha contato algum com Iramar J. A. e sua familia, havia conseguido um trabalho na capital Goiania Goias, Brasil e com ajuda de minha avo Maria E. E. e tambem de Maria da C. E. estudava em um preparatorio pre vestibular. No ano de 2006 fui procurado por Narciza Cordeiro (prima de Iramar J. A.) e fui conduzido pelo motorista particular de seus pais a uma clinica no municipio de Goiania Goias, Brasil para submeter me a um exame de DNA, juntamente com Iramar J. A., Euvira Alves de Oliveira e Jeronimo Alves de Oliveira Neto, ate entao um filho de Iramar J. A. não reconhecido.

 

Ate o ano de 2003 Iramar J. A. vivia com sua mãe Eva E. A. na Fazenda Terra Podre e não mantinha relacionamento proximo com a maioria de sua familia (pai, irmas, sobrinhos) a nao ser quando suas irmas e sobrinhos iam vizitar Eva E. A. (exporadicamente aos finais de semana). Ate então, Jeronimo Alves de Oliveira Neto não mantinha qualquer contato com Iramar J. A., entretanto era sabido por Iramar e eu que Jeronimo A. de O. N. frequentava aos finais de semana a residencia do pai de Iramar J. A., João Alves de Carvalho, tambem na fazenda Terra Podre. Contudo em perido recente anterior a meu total afastamento de Iramar J. A. e sua familia, os sobrinhos do mesmo (filhos de Iara Celia Borges Alves de Carvalho) passaram a frequentar constantemente a residencia de Eva E. A.. Apos estes fatos e meu total afastamento, Iramar teria estreitado suas relações com os filhos de Iara C. B. A. de C. e Jeronimo A. de O. N. teria passado a frequentar tambem a residencia de Eva E. A.. Iramar teria retomado o habito de ingerir bebidas alcoolicas (o mesmo havia parado totalmente de beber quando eu fui viver com ele e sua mãe) e passado a frequentar (na companhia de seus sobrinhos e de Jeronimo) os shows de musicas sertanejas protagonizados por um dos filhos de Iara C. B. A. de C. ate o ano de 2006 quando a caminho de um dos shows protagonizados por Argeu B. A. de C. veio a falecer em uma colisao frontal com outro veiculo da rodovia GO-060 a alguns quilometros de sua residencia, dois(2) dias apos as coletas de sangue para realização dos exames de DNA anteriormente citados.

 

Apos a morte de Iramar eu não mantinha qualquer contato com membros de sua familia e vivia "tranquilamente" com minha avó Maria Emidio Evangelista, por volta de 03/2010 fui procurado por Argeu Borges Alves de Carvalho em meu local de trabalho e posteriormente em minha residencia, quando Argeu me perguntou se eu lhe venderia minha fração no edificio comercial e residencial Alves de Carvalho, argumentando que eu nao desfrutava do imovel e que eu nao desfrutaria em hipotese alguma pois, seus avos detinham o usufruto do imovel. Concordei com suas afirmações e afirmei que lhe venderia, entao o mesmo ficou de me fazer uma proposta formal. Contudo Argeu nao me procurou novamente nos seis (6) meses seguintes e oito meses mais tarde apos alguns retornos de minha parte lhe vendi uma sessao de direitos por oitenta(80%) por cento do valor de mercado que constatei junto a alguns corretores especializados. O fiz pois ganhava pouco com meus estagios remunerados. A ajuda financeira de  Maria da consolação era exporadica, eu estava devendo a Universidade Catolica de Goias, prestacoes de meu veiculo e precisava urgentemente intervir nas condicoes de vida de minha avó Maria E. E..

 

Em perido recente anterior ao primeiro contato da parte de Argeu sua mae Iara em acordo com seus pais suspendeu o pagamento que me era feito mensalmente (a dois anos) por Joao e Eva mediante acordo judicial que referia se a aproximadamente seis(6%) por cento do valor auferido por Iramar com aluguel de sua parte no imovel em questao, pouco mais de trezentos reais R$ 300,00 (a fraçao do imovel foi doada a iramar com usufruto vitalicio de seus pais). Apos o acordo que fiz com João e Eva, os mesmos passaram a pagar valor semelhante a Jeronimo Alves de Oliveira Neto e segundo João Alves de Carvalho (em 2015) ele ainda pagava valor em torno de um salario minimo (R$ 800,00) a Jeronimo.

 

Após a morte de Iramar eu recebi o seguro DPVAT, algo em torno de treze mil reais (R$ 13.000,00), mais tres mil e quinhentos reais (R$ 3.500,00) pela venda da sucata do automovel do mesmo ao ferro velho. Fui solicitado por João Alves de Carvalho e sua familia a pagar as despesas de consertos do veiculo que colidiu com o carro de Iramar. Não o fiz pois, Irmar havia deixado mais de cinquenta (50) bovinos e mais de quinze(15) equinos de sua propriedade em sua fração nas terrras de sua mãe Eva Edna Alves (onde hoje vive a mesma apos vender 2/3 de suas terras e entregar o dinheiro auferido com a venda "aos cudiados" de suas filhas). Posteriormente fui acionado judicialmente por Jeronimo Alvels de Oliveira Neto para o reconhecimento de sua paternidade e divisao dos valores anteriormente citados (DPVAT e sucata do veiculo de Iramar - Obs. No processo nao constavam os animais de propriedade de Iramar). Entretanto na ocasiao do fechamento do negocio com Argeu, Jeronimo ja havia sido reconhecido como filho legitimo de Iramar por instrumentos legais alheios ao processo por ele movido contra minha pessoa (eu ainda nao tinha sido intimado para me manifestar sobre as solicitacoes de Jeronimo). Contudo me foi imposto por Argeu (entendo que teatralmente em acordo com Jeronimo) que ele so compraria minha fração se Jeronimo tambem vendesse a sua, mas Jeronimo não estava interessado em vender sua parte e impos que assinaria concordando com a venda de minha fracao (exigencia de Argeu) se eu aceitasse que fosse descontado do valor acordado com argeu a quantia de quinze mil e quinhentos reais (R$ 15.500,00), o que concordei pois precisava do dinheiro para saudar minhas dividas e estabilizar minha situacao financeira (e de minha avo) empreeendendo meus proprios negocios, como fiz apos a compensação de alguns cheques pre datados que recebi de Argeu. Porem minha avo faleceu subitamente alguns dias apos a conclusao do negocio com Argeu e Jeronimo.

 

Durante os mais de douze(12) meses entre o priemiro contato de argeu e a conclusao do negocio fui assediado por seu irmao mais novo Aredio Borges Alves de Carvalho com o qual eu nao mantinha qualquer tipo de contado desde alguns anos antes do falecimento de Iramar. Eu despendia alguma atenção a Aredio pois o mesmo falava muito sobre os patimonios de seus avos e sobre e minhas participacoes futuras nos mesmos (porem sem deixar nada claro). Dizia que eu era beneficiado no testamentos de Eva mesmo esta privilegiando suas filhas e dizia que João Alves de Carvalho diferente de Eva seria imparcial com a divisao de seu patrimonio entre seus filhos.

 

Apos a conclusao do negocio com Argeu, Aredio me exigia um veiculo no valor de cinquenta mil reais (R$50.000,00) por ter supostamente influenciado na conclusao do negocio. Não foi atendido. Posteriormente Aredio queria que eu comprasse uma concessao de uma agencia loterica por trinta mil reais (R$ 30.000,00) para impedir que outro comprador a adiquirisse e estabelecesse concorrencia com uma agencia loterica de sua propriedade. Não foi atendido. Por ultimo Aredio me solicitava um "emprestimo" de dez mil reais (R$ 10.000,00) para saudar dividas adquiridas com ajitotagem. Não foi atendido. Por fim Aredio desistiu de conseguir me extorquir dinheiro e não me procurou mais. Obs. Os contatos com Aredio eram quase sempre de cunho social superficial, na maioria das vezes casuais, em bares ou atraves de conhecidos que tinhamos em comum, entretanto por algumas vezes o mesmo chegou a me procurar na casa onde eu vivia com minha avo Maria Emidio Evangelista. As conversas eram sempre pautadas pelo enaltecimento da familia de Iramar por parte de Aredio, eu mais ouvia do que falava, o mesmo "ostentava" sobre as origens Europeias de sua famlia e poder economico dos mesmos, dizia que seus bisavos teriam vindo da italia com duas cargas de ouro e pedras preciosas, que estes teriam assassinado seus empregados para manter em segredo tais riquezas. Outrora falava sobre a capacidade exepcional de seu irmao Argeu em cuidar dos investimentos financeiros da familia, referia se a Argeu como "o homem do dinheiro da familia". Em uma ocaisao Aredio vangloriava se de que "funcionarios" de sua familia teriam espancado e estuprado um empresario local de Trindade Goias, por conta de um relacionamento extraconjugal da espoas de seu irmao Artur Borges Alves de Carvalho, "Juliana", com o tal homem. Em outra circunstancia divagava sobre as condicoes (em relacao a Jeronimo) impostas por seu irmao Argeu para comprar minha fracao no imovel referido anteriormente quando a certa altura da conversa externei que havia sido citado em processo judicial movido por Jeronimo porem, anos apos a citacao nao havia sido intimado para me manifestar, Aredio entao riu e disse que eu nao seria intimado pois a esposa de Argeu, Livia Bemvinda era funcionaria do forum do municipio de Trindade Goias e teria interferido no andamento do processo evitado minha intimação, quando questionado o por que de tal atidude de sua cunhada, desviou a conversa e logo foi embora. Contudo hoje entendo que era de interesse de todos da familia de Iramar incluindo Jeronimo que a questao judicial anteriormente citada servisse para me rotular e me coajir em razao dos objetivos do grupo.

 

Notas: Sobre minha vida pessoal e minha vida profissional, (de 2004 ate 2013).

 

Em meados do ano de 2003 eu ja nao trabalhava mais para Iramar nas terras de sua mae pois, nunca tivemos um bom relacionamento e eu recebia por meus seviços apenas algum dinheiro para meu lazer e nao via nenhuma possibilidade real de beneficios paupaveis. Iramar nunca manifestou diretamente a minha pessoa duvidas sobre eu ser seu filho. Contudo sempre existiu indiferenca por parte de sua familia, o que em nada me incomodava pois, eu mantinha relacionamento proximo e vinculo afetivo apenas com Iramar e na conviencia exporadica (com excessao a Eva Edna Alves) com seus familiares mantinhamos o minimo de civilidade social. Contudo conflitos de diversas naturezas com Iramar (em alguns casos com sua mae) durante nossa convivencia nos afastaram definitivamente o que se estendeu a todos de sua familia. Em 2003 eu novamente vivendo definitivamente com minha avó Maria Emidio Evangelista e sem contato algum com Iramar e sua familia (sem qualquer tipo de sequela psicologica ou de qualquer outra natureza em relacao a Iramar e sua familia pois, minha base familiar sempre foi minha avó Maria Emidio Evangelista, meu avô Ocilvio Evangelista da Rocha e meus tios Renato Evangelista da Rocha e Raquel de Fatima Evangelista), eu trabalhava como assistente administrativo no departamento financeiro de uma empresa na capital Goiania Goias e estudava em um preparatorio pre vestibular com "relativo" auxilio financeiro de Maria da Consolação Evangelista. Apos algumas reprovacoes em vestibulares de Universidades publicas em acordo com Maria da Consolação me afastei do trabalho por um ano e me dediquei apenas aos estudos e mais uma vez nao conseguindo aprovação em uma Universidade publica em acordo com Maria da Consolacao no tocante a ajuda financeira por parte da mesma ingressei no curso de Administração na Pontificia Universidade Catolica de Goias. Contudo estudei ate 2011 realizando estagios remunerados durante todo o periodo e como ganhava pouco e as colaboracoes de Maria da Consolacao Evangelista eram insuficientes dadas as altas despeas de minha avo com medicacoes diversas, viviamos de forma modesta e a vida seguia "tranquilamente". Com o resultado da venda de minha fração no imovel citado nas notas anteriores eu resolveria todas as minhas pendencias financeiras, tambem as de minha avo e empreenderia meus proprios negocios. Contudo minha avo faleceu dias apos a conclusao do negocio, eu fiquei por trinta(30) dias na casa de um primo (materno) e como eu tinha que esperar a compensação dos cheques resultantes da venda, resolvi descancar e me recompor da perda de minha avo em uma praia no Ceara, onde aluguei um pequeno apartamento mobiliado e fiquei por quatro(04) meses´me ocupando das atividades locais sem muito custo. Obs. Nestes quatro meses mantive minhas despesas pessoais sem prejudicar o capital de que dispunha para estabilizar minha vida financeira. Ao retornar para Goias, novamente fiquei por trinta(30) dias com meus tios e primos (maternos) ate alugar um apartamento na capital Goiania Goias. Ainda em 2011 identifiquei na construcao de casas populares para serem financiadas aos compradores pelo programa minha casa minha vida um nicho de mercado que me proveria subsistencia e evolucao patrimonial, considerando meu capital disponivel, o custo de producao e o ciclo de conversão de caixa padrao dos construtores autonomos atuantes no mercado, considerando ainda os preços, a valorização e liquidez dos terrenos na regiao metropolitana de Goiania Goias. Somado a isso minha experiencia em estagios no setor atumotivo na Capital Goiania Goias e regiao metropolitana me possibilitariam comercializar com lucro veiculos usados em apoio a minha atividade principal.

 

Em 2012 adiquiri pagando com meu capital, dois(02) terrenos no municipio de Aparecida de Goiania Goias para a construcao de quatro casas populares, porem me sobrara capital para manter com folga minhas despesas durante o ciclo de conversao de caixa (douze(12) meses) do empreendimento que seria realizado em socieddade com outro cosntrutor autnomo, entretanto nao chegamos a um acordo satisfatorio e rapidamente (em oito(08) meses) vendi os dois terrenos a um terceiro construtor, realizando um lucro liquido de mais de dois(02) porcento ao mês (2,62%am), entao adquiri nos trinta(30) dias seguintes um outro terreno tambem em aparecida de Goiania Goias para construir duas casas e com o restante do capital construi e vendi antes do termino a primeira unidade com lucro liquido de mais de cinco por cento ao mês (5,03%am) consid conversao de caixa. Quando a dois meses da realizacao do ciclo de conversao de caixa a quadrilha relatada neste site se explicitou e as torturas psicotronicas eletronicas o ganstalking e as sabotagens socioeconomicas se intensificaram e estagnaram totalmente minha vida como relatado em detalhes no menu meu caso.

 

Na ocasiao da explicitacao da quadrilha 12/2013 – 01/2014 eu estava prestes a receber o valor referente a primeira unidade do empreendimento anteriormente citado. Eu dispunha de uma reserva de capital e um veiculo popular usado para ser comercializado. Contudo meu ciclo de conversao de caixa foi aumentado em tres(03) meses em funcao de um retrabalho ocorrido por um erro pifio por parte do empreiteiro que construiu o imovel.

 

Obs.1. O empreiteiro com mais de trinta anos de profissao errou algumas medidas nos comodos do imovel que estrategicamente não afetaram em nada o valor do imovel e nem suas funcionalidades apenas houve a necessidade de corrigir o projeto junto a prefeitura o que demandou algum tempo e dinheiro. Contudo eu pessoalmente havia conferido as medidas quando o terreno foi gabaritado e mesmo com o erro que me causou surpresa eu conseguiria efetuar as correcoes e realizar meu fluxo de caixa com lucro satisfatorio (apenas com um(1,5) e meio ponto percentual a menos do que o previsto) se não fosse a explicitacao da quadrilha e intensificacao de suas atividades o que me causou um acidente onde quase morri e o veiculo que compunha minha reserva de capital foi vendido como sucata eu não teria contabilizado esses prejuizos e nem a chegado a pegar tres mil reais (R$ 3.000,00) emprestados com Maria da Consolacao Evangelista alem de tambem descontar alguns cheques em uma financeira. Entretanto estes e varios outros pequenos prejuizos acarretados em função de estar sob assedio do grupo me obrigaram a vender o terreno onde eu realizaria a segunda unidade e acabei tendo que permutar a casa ja vendida por uma camioneta que nos trinta dias em que esteve sob minha posse sofreu depredacoes pelos agentes de gangstalking. Após a permuta da casa pela camioneta, em menos de trinta dias o comprador concluiu “meu fluxo de caixa”. Tambem curiosamente a correcao no projeto levou o triplo do tempo habil padrao mesmo sendo executada por uma empresa especializada que era responsavel pelos projetos, com mais de quinze(15) anos de experiencia no contexto local. Obs. Outros veiculos que comercializei tambem sofriam depredacoes em qualquer local onde fossem estacionados, em especial danos a lataria quase sempre nas portas, danos as borrachas de vedacao dos vidros, queimavam as partes plasticas das macanetas e areas proximas com cigarros. Entendo que a intencao era que eu notasse os danos e conflitasse as pessoas que estivessem proximas aos veiculos, sendo elas agentes de gangstalking ou nao.

 

Obs.2. Ao refletir sobre minha vida profissional pregressa a 2014 (ao trabalhar em empresas como funcionario ou estagiario e mesmo quando trabalhava para Iramar) tambem consigo identificar alguns pontos onde o modus operandi da quadrilha se mostra presente camuflado em circunstancias onde assedio contra minha pessoa se apresenta como percalso natural do contexto profissional, todavia apos analisar o modus operandi da quadrilha, refletir sobre algumas circunstancias e contextos, esse modus operandi explicita se da seguinte forma. Eu sendo veladamente contextualizado como o alvo do conflito, o conflito se originando isoladamente em um micro contexto onde eu estava inserido, alem de esses conflitos surgirem aleatoriamente, sem historicos, sempre por volta de seis(06) meses apos minha chegada, tendo sempre como protagonistas uma ou mais pessoas "polemicas" eu e mais duas pessoas envolvidas, onde uma dessas duas pessoas me atacava, outra se mostrava "a meu favor", porem me condicionava a assumir alguma responsabilidade e em qualquer circunstancia resultante o constrangimento se direcionava totalmente a minha pessoa.

 

Notas: Sobre João Alves de Carvalho e Eva Edna Alves, (pertinentes a conspiração dos mesmos e sua familia contra minha pessoa).

 

Ate janeiro de 2014 eu pensava que João Alves de Carvalho e Eva Edna Alves (pais de Iramar Jose Alves, meu pai biológico) eram pequenos fazendeiros goianos convencionais, pois vivem em pequenas propriedades nas zonas rurais dos municípios de Trindade Goiás e Santa Barbara de Goiás. Destaco ainda que antes da explicitação da quadrilha relatada neste site e das atividades contra minha pessoa praticadas por essa quadrilha e pela família de Iramar Jose Alves (Ver Menu Meu Caso) eu não tinha conhecimento da existência de armas de energias dirigidas, metodologias de gangstalking e sabotagem socioeconômica, muito menos imaginava que familiares de Iramar Jose Alves pudessem ter acesso a este tipo de tecnologia e ainda que a referida família tivesse interesse em arruinar minha vida totalmente e ate mesmo me assassinar, pois imaginava eu que o patrimônio dos pais de Iramar Jose Alves não ultrapassasse dez milhões de reais (R$ 10mi). Contudo refletindo sobre meu histórico de vida e acontecimentos atuais onde constatei a presença da quadrilha agindo com suas tecnologias e metodologias de acordo a interesses da família de Iramar Jose Alves em me degradar, me "rotular" e me desqualificar de minha autonomia pessoal e ate mesmo me levar a óbito, entendo que houve grande esforço por parte do próprio Iramar de João Alves de Carvalho, Eva Edna Alves, Iara Célia Borges Alves de Carvalho, Mara Edna Alves de Carvalho e Jeronimo Alves de Oliveira Neto (este mais tarde em período recente anterior a morte de Iramar), da quadrilha que os serve e seus associados para me manter alheio ao real patrimônio da família. Patrimônio este advindo da herança que João Alves de Carvalho auferiu após o falecimento de seus pais. Em minha convivência com Iramar e sua família sempre notei que existia uma admiração exagerada em relação ao patrimônio de Aleixo Alves de Carvalho um dos sobrinhos de João Alves de Carvalho. Obs: Em meados dos anos noventa(90) eu conversava com um colega de escola (Thiago Alves) a respeito de uma reportagem sobre o patrimônio de uma famosa dupla de cantores sertanejos (Chitaozinho e Xororo), comentei que a quantia relatada na reportagem era “absurda”, mais de oitenta milhões de reais (R$ 80mi) quando o referido colega me respondeu: Meu pai é contador do Aleixo Alves de Carvalho e ele sozinho tem mais patrimônio que esta dupla sertaneja. Mesmo sabendo que Aleixo era sobrinho de João Alves de Carvalho não associei o patrimônio do mesmo ao patrimônio do pai de Iramar Jose Alves.

 

Contudo ao constatar que existe um cerco a minha pessoa desde o meu nascimento com o objetivo de me subjugar em um cenário que justifique minha total "rotulação" a determinado esteriotipo, minha desqualificação e morte, considerando as tecnologias e os contingentes utilizados pelas pessoas que compõem a quadrilha que serve a família de Iramar Jose Alves entendo que o patrimônio do pai de Iramar possa ate mesmo ser maior que o de seu sobrinho Aleixo Alves de Carvalho que é tido como um dos maiores criadores de bovinos do Brasil. Racionalizando desta forma entendo que: se em meados dos anos noventa(90) Aleixo tinha mais de oitenta milhões (R$ 80mi) e este tem uma Irma apenas (provavelmente com patrimônio equivalente), que o pai de Aleixo (falecido) tinha patrimônio equivalente ao de seu irmão João Alves de Carvalho é razoável supor que em meados dos anos noventa João Alves de Carvalho tivesse patrimônio equivalente ao de Aleixo e sua irma juntos. Então João teria por volta de cento e sessenta milhões de reais (R$ 160.mi). Considerando  matérias recentes sobre o tamanho dos patrimônios dos mesmos cantores sertanejos aneteriormente comparados (Chitaozinho e Xororo) estas apontam que os mesmos tem em 2016 patrimônio estimado em cento e vinte milhões de reais (R$120mi) portanto a diferença entre a reportagem anteriormente citada e a recente seriam quarenta milhões(R$40mi). Então no período o patrimônio dos cantores cresceu 50%, aplicando esta taxa de crescimento (no mesmo período) ao patrimônio provável de João Alves de Carvalho R$(160mi) o patrimônio atual de João seria de duzentos e quarenta milhões de reais (R$ 240mi). Contudo creio que esta provável quantia não justificaria a utilização das tecnologias e metodologias relatadas neste site contra minha vida por tão longo tempo. Seria então razoável supor que João Alves de Carvalho juntamente com seus irmãos vivos e as famílias dos seus irmãos falecidos tenham um fundo de investimentos que ultrapasse dois bilhões e seiscentos e quarenta milhões de reais (R$2,64bi), pois João Alves de Carvalho é um de onze irmãos. Se levada em conta a possibilidade de investidores alheios a família Alves de Carvalho participarem dos empreendimentos dessa família o montante poderia subir consideravelmente o que tornaria razoável as despesas com tecnologias (restritas ou mesmo experimentais) de tortura psicotronica eletrônica, metodologias de gangstalking e sabotagens socioeconômicas contra herdeiros indesejados mantendo estes subjugados ao longo de suas vidas ou mesmo os levando a óbito para não afetar o controle e ganhos pessoais dos integrantes do fundo de investimento, grupo empreendedor ou seja como for denominado o grupo.

 

Outra possibilidade razoável considerando as atividades financeiras de João Alves de Carvalho seria de que o mesmo (“Sozinho”) obteve vultosa evolução patrimonial considerando seus empreendimentos, investimentos e ainda as transformações da conjuntura socioecomica ate o presente momento. Obs: João nunca exerceu atividades agropecuárias de grande porte, em meados dos anos sessenta (60) vendeu praticamente 90% de suas propriedades no estado de Goiás e fundou no município de Trindade Goiás um dos primeiros cinemas do Centro Oeste, este cinema funcionou por aproximadamente vinte (20) anos ate ser vendido. Sendo razoável pensar que João não gastou todo o seu dinheiro na construção do cinema e acrescentando o dinheiro ganho no período de funcionamento do mesmo, tendo João tido uma boa acessória financeira para seus investimentos (ações, títulos e etc.) o patrimonio do mesmo (controlado por ele suas filhas e netos) poderia naturalmente ultrapassar um bilhão de reais (R$ 1bi).

 

E sabido por “todos” no município de Trindade Goias que a família de Iramar Jose Alves dispõe de grandes posses e que Iara Celia Borges Alves de Carvalho e seu filho Argeu Borges Alves de Carvalho são quem controlam os patrimônios de Joao Alves de Carvalho e Eva Edna Alves, porem toda a família de Iramar “teatraliza” um estilo de vida relativamente simples em seus círculos sociais naquele municipio. Contudo sempre mantem relacionamentos próximos com os governos municipais que estão em situação, grandes empresários locais e também com a cúpula administrativa financeira da igreja católica que representa a atividade econômica principal daquele município (O Turismo Religioso). Obs1: Me foi dito por Joao Alves de Carvalho e sua atual esposa Yolani Alves de Carvalho em um dos contatos relatados nestas notas que Iara a filha mais velha de João (sua legatária) estaria em vias de concretizar uma negociação com os padres controladores das finanças da basílica do Divino Pai Eterno, onde o mesmos comprariam a propriedade rural onde João Alves de Carvalho reside atualmente (No municipio de Santa Barbara de Goias). Segundo João o valor acordado entre as partes seria de cem mil reais por alqueire (R$100.000,00). Este fato me chamou a atencao, pois a referida propriedade corresponde a cinquenta por cento (50%) de uma propriedade que foi dividida entre João e Eva Edna Alves quando do divocio entre estes e Eva vendeu (quatro anos antes – em 2011) a um grande empresario Goiano setenta e cinco por cento (75%) da parte que lhe coube por sessenta mil reais (R$ 60.000,00) o alqueire. Portanto na negociação de Joao e sua filha Iara com a cúpula da igreja católica em Trindade Goias o valor acordado por alqueire é superior em quarenta mil reais (R$40.000,00), quase dobrando o valor pago pelo empresário a Eva por alqueire (negociação também controlada por Iara Celia Borges Alves de Carvalho). Obs2: Em um dos contatos com Eva (em 2014) a mesma comentou estar cansada em funcao de uma reunião “social” recente acontecida em sua casa na zona rural de Trindade Goias entre sua família em especial Iara Celia Borges Alves de Carvalho e Mara Edna Alves de Carvalho e a cúpula da igreja católica atuante no município de Trindade Goias e comentou ainda sobre Iara estar viajando ao Vaticano na companhia de um influente padre atuante no município de Trindade Goias. Após a venda de sua propriedade rural Eva estaria empreendendo ajiotagem no município de Trindade Goias com acessória de seu neto Argeu Borges Alves de Carvalho e supostamente teria sido lezada em praticamente todo o valor auferido com a venda de suas terras, por um empresário local do ramo automotivo que aplicou um golpe multimilionário em varias pessoas de posses que lhe emprestavam dinheiro e em instituições financeiras atuantes no financiamento de veiculos naquele município (no ano de 2015).

 

Notas: Sobre a morte de Iramar Jose Alves, (2006).

 

Iramar Jose Alves faleceu em 2006 em uma colisao frontal enquanto dirigia seu veiculo na GO 060 sentido santa barbara/trindade. Iramar havia saido da fazenda de sua mae Eva Edna Alves com destino a um show de musica sertaneja protagonizado por seu sobrinho Argeu Borges Alves de Carvalho um dos filhos de Iara Celia Borges Alves de Carvalho. Iramar teria ido ao show para alem de prestigiar o evento entregar um chapeu que seu sobrinho utilizaria no show, Argeu teria esquecido o chapeu na casa de sua avo Eva Edna Alves com quem Iramar vivia. Iramar estaria consumindo bebidas alcoolicas na casa de sua mae antes de dirigir ate santa barbara de goias para encontrar uma mulher que o acompanharia ate o local do evento. No caminho, ja na companhia da mulher colidiu frontalmente com um pequeno caminhao e faleceu de emorragia interna em função de traumas decorrentes da colisao.

 

Obs.1. Algum tempo depois da morte de Iramar me foi relatado por um primo e vizinho de Iramar, vulgo (João da Olivia) que em perido recente anterior ao acidente que vitimou Iramar, o mesmo estaria agindo de maneira atipica ao dirigir seu veiculo. Estaria confrontando motoristas ao trafegar pela GO 060 em seus trajetos cotidianos. Fatos que fizeram João anteriormente citado evitar trafegar no veiculo de Iramar.

 

Obs.2. Tambem posteriormente a morte de Iramar eu bebia e conversava em uma loja de conveniencias no municipio de Trindade Goias com Erico Castelo Branco um amigo de Iramar que tambem era proximo de um de seus sobrinhos Aredio Borges Alves de Carvalho filho mais novo de Iara Celia Brorges Alves de Carvalho. Em algum momento da conversa Erico me disse que Aredio teria lhe dito que Iramar era um homem tao "evoluido" que ele Aredio e Iramar se comunicavam sem verbalizar ou seja por telepatia. Entendi que Aredio romanceava sobre sua intimidade com Iramar ao relatar isto a Erico. Contudo apos minhas experiencias a partir de janeiro de 2014 e pesquisas na web entendo que Aredio se referia a telepatia sintetica possibilitada por aparato tecnologico de patente norte americana.

 

Obs.3. Quando Iramar ainda jovem (antes de meu nascimento) o mesmo foi internado por sua familia na controversa Clinica PINÉU. Em conversa com sua mãe Eva Edna Alves, (quando eu vivia com ela e Irmar em sua fazenda) quando dessa internação era consenso na familia de Iramar que o mesmo deveria ficar definitivamente na clinica. Contudo Eva contrariando seu esposo e filhas foi ate a clinica vizitar Iramar e um dos medicos que a atendeu disse que ela deveria tirar seu filho daquele local, pois o mesmo nao tinha qualquer tipo de transtorno mental e a natureza do contato de Iramar com drogas (oque era quase inevitavel aos jovens dos anos 60/70) nao justificaria o carcere. Apos algum periodo de carcere Iramar saiu da clinica e apos algum tempo livre os "confrontos" com sua familia fizeram com que estes novamente encarcerassem Iramar em uma clinica psicquiatrica de onde o mesmo fugiu e ao voltar ficou sob "ostracismo familiar" ate sua morte em 2006.

 

Entendo que Iramar foi deposto extrajudicialmente sobre si e sobre a sociedade por sua familia e pela quadrilha mercenaria que os serve, para que seus pais e suas irmas contolassem sua participacao futura no patrimonio da familia. Contudo Iramar foi obrigado a estar dependendente de sua mae Eva Edna Alves ao longo de sua vida e os confrontos com o grupo causaram lhe inumeros prejuizos ("acidentes" que resultaram na amputacao de seu braço esquerdo, mutilacao de seu nariz, perda da maioria dos dentes desfiguracao de sua face, alcoolismo, dependencia quimica, transtornos de personalidade e etc.) e em 2006 (ja no limite de suas forcas) as atitudes reativas de Iramar ao controle estabelecido sobre ele por sua familia e a quadrilha que os serve o levaram a morte em um contexto estrategicamente calculado e executado ao longo de sua vida por tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagem socioeconomica para mante lo subjugado a sua irma Iara ou elimina lo, "ocultamnte".

 

Notas: Sobre a morte de Maria Emidio Evangelista, (2011).

 

Maria Emidio Evangelista, faleceu em 2011 de um mal subito pela manha, consegui chegar com a mesma viva ao hospital São Camilo no municipio de Trindade Goias, onde a mesma foi atendida por um medico com o qual ela se consultava rotineiramente. Maria Emidio foi medicada por este medico e o mesmo me orientou a leva la a outro hospital rapidamente pois, nao havia naquele os recursos necessarios para atende la, pedi que providenciasse uma ambulancia porem o medico disse que nao havia nenhuma disponivel e que eu deveria leva la em meu veiculo ate um hospital distante aproximadamente vinte(20) quilometros, mesmo nao sabendo onde ficava o hospital, procedi como orientado e apos perguntar a algumas pessoas ja no bairro onde ficava o hospital consegui encontra lo porem Maria Emidio Evangelista faleceu na porta do hospital, recebeu os primeiros socorros mas nao reagiu.

 

Ao longo dos ultimos cinco(05) anos de vida Maria Emidio Evangelista queixava se constantemente de dores e mal estares identicos aos por mim experimentados a partir de janeiro de 2014 e se automedicava com analgesicos diversos e medicamenteos para pressao arteriral. Queixava se que aletoriamente sentia dores profundas nos olhos, dores de cabeca aterradoras, dificuldades respiratorias, arritmias caquicardias e ainda padecia de dores nas articulacoes (em especial no joelho esquerdo) o que lhe forcava a passar a maior parte do tempo sentada ou deitada. Maria Emidio Evangelista se automedicava constantemente pois as medicacoes receitadas por medicos nao lhe traziam alivio. Acredito que a mesma tinha problemas de saude normais para uma pessoa idosa. Porem considerando seus relatos, sintomas, as condicoes de sua morte e minha experiencia com tortura psicotronica eletronica. Acredito que a quadrilha mercenaria que serve a familia de Iramar Jose Alves a atacava como faz comigo, tendo por objetivo me afetar direta e indiretamente de todas as formas possiveis, pois Maria Emidio Evangelista era a unica pessoa com influencia sobre minhas decisoes pessoais, foi quem de fato me criou e viviamos juntos.

 

Obs. Em momento recente (alguns meses) a sua morte , Maria Emidio Evangelista se queixou sobre estar ouvindo "barulhos constantes" em sua cabeça. Disse: "Parece que ligaram um radio no meu cerebro". Em outro momento tambem recente a sua morte eu saia ao entardecer para ir a universidade quando Maria Emidio Evangelista, sentada no lado externo da casa onde viviamos no municipio de Trindade Goias, olhando para o ceu me chamou a atencao a um objeto luminoso identico aos que fotografei em 2014 no municipio de Goiania Goias. Sugeri que poderia ser algum planeta ou estrela, nao dei importancia e segui pra meu compromisso. Contudo apos a explicitacao dessa quadrilha agindo contra minha pessoa, apos pesquisar na web sobre tortura psicotronica eletronica, gangstalking, sabotagens socioeconomicas e refletir sobre o contexto geral dos acontecimentos, entendo que a quadrilha que serve a familia de Iramar Jose Alves tambem agia contra minha avó Maria Emidio Evangelista tendo por objetivo me atingir.

 

Notas: Sobre meus contatos com a familia de Iramar, (em 2014).

 

O primeiro contato com a familia de Iramar Jose Alves apos a explicitacao do assedio em janeiro de 2014 foi com a mae de Iramar, Eva Edna Alves (ex esposa de João Alves de Carvalho) e as filhas desta Iara Celia Borges Alves de Carvalho e Mara Edna Alves de Carvalho que chegaram ao local minutos apos minha chegada. Me dirigia ate a residencia de Eva Edna Alves na zona rural do municipio de Trindade Goias e civilizadamente disse a ela que estava preocupado com minha integridade em todos os sentidos pois estava sob assedio preocupante de um grupo de pessoas que se relacionavam de forma intrinseca a familia de Iramar e a questionei sobre a mesma ter conhecimento de pessoas de sua familia terem algum motivo ou interesse em interferir em minha vida de algum modo. Eva disse que nao fazia ideia de quem estaria me assediando e afirmou estar surpresa com minha visita inesperada, revelou que em meados do ano de 2011 havia solicitado a um detetive particular que investigasse minha vida junto a meus familiares maternos no municipio de Goianira Goias por nao ter noticias minhas a muitos anos. Fiquei intrigado com as revelaçoes de Eva pois, apos o falecimento de minha avo Maria Emidio Evangelista com quem eu vivia no bairro central do municipio de Trindade Goias ate o inicio do no de 2011 eu passei trinta(30) dias com meus tios e primos no municipio de Goianira Goias, depois passei quatro(4) meses em uma praia em Aracati Ceara e ao retornar novamente passei trinta(30) dias em Goianira Goias ate alugar um apartamento em Goiania Goias, deste apartamento me mudei uma unica vez em funcao de minha vida profissional que se consolidava no municipio de Aparecida de Goiania Goias e resido no mesmo local ate hoje na regiao sul da capital Goiania Goias. O motivo de minha desconfiança sobre as revelações de Eva foi que memso apos me mudar do municipio de Trindade Goias todas as pessoas que me conheciam sabiam de meu paradeiro, atividades profissionais e etc., inclusive os netos da mesma com os quais eu tinha contato superficial em minhas redes sociais e me chamou atencao o fato de meus tios e primos em Goianira Goias terem contato rotineiro comigo e não me revelarem sobre um detetive particular estar me procurando. Contudo resolvi conversar um pouco mais com Eva para tentar abstrair algo que revelasse sua ciencia sobre a "grande estrutura" que me assediava na capital Goiania Goias. A esta altura trinta(30) ou quarenta(40) minutos apos minha chegada eu bebia cafe sentado a mesa com Eva deixando que ela falasse mais do que eu quando suas filhas Iara e Mara chegaram ao local agindo agressivamente em relacao a minha pessoa. Ignorei as grosserias e desrespeitos, não me exaltei em momento algum, esclareci civilizadamente que não  estava a passeio nem querendo nada alem de esclarecimentos sobre possivel ligaçaõe da familia de Iramar com um grupo de pessoas que me assediavam "veladamente" fazendo questao de se relacionarem de forma intrinseca a familia de Iramar. Iara entao assumiu a conversa silenciando sura mae e irma, repetindo sinicamente que não tinham nada haver comigo e com meus asseidadores. Para frustrar sua arrogancia e cinismo desnecessarios e manter o tom da conversa afirmei acreditar na mesma e completei esclarecendo sobre os assedios nas redes sociais "intrinsecamente" relacionados a familia de Iramar  e sobre o gangstalking no transito da capital Goiania Goias que me preocupava prioritariamente. Iara começou a me perguntar repetidamente quem eram as pessoas que me assediavam e eu respondi que nao as conhecia mas tinha certeza de que representavam sua familia. Neste momento Iara pegou um papel colocou o numero de seu telefone e de sua irma e pediu que eu lhe telefonasse quando me preocupasse em relação ao gangstalking. Em seguida a mesma afirmou que eu não tinha acesso a sua mãe, a fazenda da mesma e que eu não podia entrar em cotato com Eva. Esclareci não estar interessado em qualquer tipo de relacao social com Eva ou com qualquer membro da familia de Iramar e menos ainda interessado em frequentar suas propriedades pois o fato de mesmo antes da morte de Iramar nao termos mais nenhum tipo de vinculo a fetivo ou social nao afetava em nada minha pessoa e minha vida. Ao anunciar que iria embora Iara abrandou seu tom e me pediu para ficasse ao lado de sua mae para que ela nos fotografasse juntos, concordei pois entendi que ela tinha algum objetivo com a foto (relacionado aos fatos relatados neste site), ao me levantar externei que havia algo errado comigo pois meu corpo estava apresentando dores aleatorias "estranhas" e enquanto Iara me encarava com expressao raivosa, Eva disse a ela: Ja chega, pare com isso olha com ele esta. Iara fingindo não ouvir sua mae tirou a foto e eu fui ebmora, com a certeza de que Iara, Eva e Mara estavam cientes do que me acontecia na capital e estavam cumprindo um "protocolo" (ligado aos fatos comigo ocorrentes na capital, relatados neste site) que me condicionaria a um esteriotipo corroborativo ao resultado almejado por sua familia com a tortura psicotronica, gangstalking e sabotagem socioeconomica. Ficou claro que em qualquer circunstancia onde eu expusesse o que exponho neste site qualquer membro da familia de Iramar agiria de modo a aparecer como uma pessoa ideonea totalmente desvinculada da minha deposicao extrajudical e obito por tortura psiocotronica eletronica, gangstalkinga e sabotagem socioeconomica.

 

No dia seguinte, severamente atordoado pela incessante e progressiva tortura eletronica e gangstalking (ainda sem ter encontrado na web informações sobre tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagem socioeconomica) decidi entrar em em contato com a irma de Iramar, Iara que administra juntamente com seu filho Argeu Borges Alves de Carvalho os patrimonios dos pais de Iramar, João Alves de Carvalho e Eva Edna Alves, telefonei para a mesma e ela se dispos a me receber em sua residência no municipio de Trindade GO. Ao chegar a residencia de Iara nos sentamos no sofa da sala e começamos a conversar. Iniciei a conversa perguntando por que a familia de Iramar me assediava de forma tao nebulosa e o que eu teria que fazer para ter esclarecimentos. Afirmei ter certeza de que o assedio tinha relacao com os direitos de Iramar(falecido) sobre os patrimonios de seus pais. Iara disse que não sabia do que eu falava e começou a me questionar superficialmente sobre minha vida pessoal e profissional. Quando eu ja intencionado a ir embora, Iara disse que eu teria que abrir mao de muita coisa para ter acesso a meus direitos legitimos nos patrimonios de seus pais, começou a fazer criticas sobre seu irmao falecido relacionando o com seu filho mais novo, Aredio Borges Alves de Carvalho. Neste ponto Iara ficou em silencio e um homem entrou em silencio na sala e sentou se em minha frente me encarando diretamente. Entao o tema da conversa mudou, Iara me questionou se eu me considerava uma pessoa influenciavel, se em algum momento de minha vida eu permitira que alguem me obrigasse a fazer algo contra minha vontade. Ignorando o homem respondi tranquilamente não para as duas questoes e o homem olhou para Iara e disse estar surpreso por minha serenidade e postura. Iara entao mudou novamente o tema da conversa e começou a dizer que realizava escavaçoes em suas terras no estado do Tocantins, disse que sua familia realizava algumas reservas naquele lugar, que eram realizadas algumas reunioes em um local ermo de sua propriedade onde nao havia eletricidade e nem sinal telefonico. Permaneci em silencio, relativamente perplexo pela desconexao que a conversa assumiu. Entendi imediatamente que ambos me ameaçaram e que Iara me induziu a refletir sobre um cenario controlado por ela e sua familia onde eu estaria totalmente vulneravel ao grupo, por estes sercearem meus direitos legitimos sobre os patrimonios dos pais de Iramar para manterem a totalidade dos patrimonios em questao sob controle de Iara. Contudo mantive a calma e o foco em Iara que levantou se, acompanhou o homem ate a porta e disse ao mesmo no caminho: "Me dói fazer isso". Apos a saida do homem anunciei que iria embora e retornei a minha residnecia na captial Goiania Goias. Decidi que procuraria João Alves de Carvalho no dia seguinte por concluir que o cerco a minha pessoa era motivado por meus direitos legitimos futuros sobre seu patrimonio. No mesmo dia a noite por volta das 20:00PM  sai de minha residencia par jantar em um restaurante, no caminho a tortura psicotronica eletronica se tornou praticamente intoleravel, os agentes de gangstaking passaram a ser ainda mais agressivos no transito e por telepatia sintetica diziam que eu devia seguir instruções sem questionamento, abandonei o caminho para o restaurante e começei a dirigir em circulos pela regiao central da cidade fazendo o possivel para manter minha integridade, em dado momento aumentavam a tortura e diziam para que eu jogasse fora meu telefone celular, quando descartei o telefone enquanto dirigia, mantiveram a tortura e diziam que eu deveria abandonar meu carro e entrar em um onibus qualquer, ja se aproximando de meia noite quando o numero de onibus em circulacao diminui estacionei meu veiculo nas proximidades da rodoviaria de goiania onde pretendia tomar um onibus intermunicipal. Contudo mesmo completamente refem da tortura psicotronica eletronica, do cerco velado dos agentes de gangstalking, mantive a calma e decidi voltar a minha residencia andando por nao ter seguranca em dirigir naquelas condicoes e por concluir que me afastariam da capital, me conduziriam a um lugar one fosse mais conveniente ao grupo me assassinariam, no caminho de volta tomei um onibus coletivo e a tortura foi intensificada ate que eu descesse. Ao descer e seguir andando, tentando chegar ate minha residencia, lutando contra a desorientacao por totrura psicotronica eletronica e gangstalking, ja bastante esgotado fisicamente fui abordado por tres homens agentes de gangstalking. Me deram voz de assalto, utilizando um simulacro de arma de fogo e me ameçaram de estupro e de morte, porem não me agrediram de forma alguma e disseram que se tratava de um aviso, disseram que eu estava falando demais e me orientaram a seguir na companhia deles por uma rua deserta me mantive calmo e seguimos por alguns metros, quando em uma esquina me afastei deles e corri para uma rua adjacente com mais movimento, os tres homens sumiram de vista e eu continuei andando, ja totalmente desorientado e exausto, a esta altura me obrigaram por telepatia sintetica e tortura eletronica a jogar fora as chaves do meu carro e minha carteira com documentos pessoais e aproximadadamente R$ 400,00 (quatrocentos reais). Apos este fato entendi que se me assassinassem eu seria classificado como indigente pois nao tinha documentos nem pertences que permitissem minha identificacao pelas autoridades mesmo se prendessem em flagrante os assassinos, por sorte reconheci uma loja do comercio local e me valendo do intenso fluxo do transito, sentei me por um momento, me recuperei e percebi que estava a poucos quilometros de minha residencia, com algum dinheiro que me sobrara no bolso da calça, parei um taxi que trafegava pelo local e este me levou a te minha residencia, onde forcei o portao da garagem e pude entrar. Ao amanhecer completamente atordoado pelos acontecimentos decidi procurar o pai de Iramar, João Alves de Carvalho que é a fonte do patrimonio que justifica o ataque da quadrilha que tem a participacao de sua familia e por acreditar ingenuamente que João não estaria envolvido na conspiração. Ao sair de minha residencia sob tortura psicotronica eletronica incessante tentei tomar um onibus em uma avenida proxima a minha residencia, porem a tortura me atordoou e desorientou a ponto de eu descer do onibus, como me restara pouco dinheiro no bolso e considerando a tortura constante segui a pé em direcao ao municipio de trindade de onde eu pretendia tomar um taxi e chegar ate a residencia de João na zona rural de santa barbara de goias, no caminho enquanto eu lutava para tolerar a tortura eletronica constante, João Alves de Carvalho, sua filha Iara Celia Borges Alves de carvalho e tambem pessoas estranhas se comunicavam comigo via telepatia sintetica, zombavam de minha desorientação, gargalhavam quando a tortura eletronica me impossibilitava de andar, faziam piadas sinicas sobre o que faziam e discutiam entre si sobre como me impediriam de escapar do cerco do grupo. Considerando os conteudos e as vozes dos envolvidos imaginei que pudessem ser manipulados por softwares e que portanto as vozes poderiam nao ser realmente de membros da familia de Iramar, entretanto posteriormente confirmei que as duas circunstancias acontecem ou seja membros da familia de Iramar e mesmo pessoas recrutadas pelos mesmos  operam em tempo real a telepatia sintetica e tambem profissionais operam a tecnologia valendo se das vozes de outras pessoas ate mesmo de artistas amplamente divulgados na midia aberta. Como seguia a pe totalmente esgotado fisicamente pela tortura incessante ja a semanas, por nao ter dormido nem comido desde a noite anterior, segui lentamente procurando passar pelos lugares mais movimentados como forma de me proteger dos agentes de gangstalking e adquirindo agua e alimentos leves aleatoriamente ao longo do caminho, enquanto eu assim seguia tolerando penosamente a tortura eletronica e tentando ignorar as tentativas de manipulacao por telepatia sintetica, um homem estacionou um veiculo (honda civic, dourado) alguns metros a minha frente e quando eu passava por ele o homem saiu do veiculo dexando o mesmo ligado com a porta aberta me olhou e disse que estava fazendo uma boa acao e entrou em um dos muitos estabelecimentos comerciais da rua, ignorei e segui andando pois se eu entrasse no veiculo de um estranho e seguisse fatalmente seria acusado de roubo ou mesmo seria baleado e morto ao evitar ser abordado pelas autoridades policiais. Ja no meio da tarde por volta das 15:00PM havia chegado a divisa entre os municipios de Trindade e Goiania Goias, ao parar em uma sorveteria para ingerir agua e algum alimento decidi em função do esgotamento fisico  tomar um taxi a partir daquele ponto e ir ate a casa de Joao Alves de Carvalho na zona rural de Santa Barbara de Goias. Ao sair da sorveteria um taxi se aproximou, o parei, detalhei meu destino a cerca de cinquenta(50) kilombertos do ponto onde estavamos e lhe ofereci o restante de meu dinheiro (pouco mais de R$100,00 reais) para que ele me levasse ate la. Assim que alcançacmos a GO-060 o motorista do taxi começou a fazer perguntas sobre minha vida pessoal e enquanto eu sob tortura psicotronica eletronica e assedio por telepatia sintetica tentava me manter lucido em relacao a todos os acontecimentos e mantinha uma conversa trivial com o motorista, este começou a demonstrar que fazia parte do grupo que me assediava induzindo conversas onde revelava sutilmente em tom ironico saber sobre alguns dos fatos relatados neste site. Obs. eu nao falei nada a este homem a nao ser que eu estava indo ate a fazenda de meu avo para tratar de assuntos pessoais. Como viu que eu nao teria com o mesmo uma conversa alem do trivial o homem disse: Quando chegarmos a casa de seu avô voce tera uma surpresa! Fiquei totalmente perplexo e ainda mais espantado quando ja quase no municipio de santa barbara de goias o homem pegou um pequeno embrulho embaixo do banco do carro, sacou um caximbo de metal do bolso e começou a fumar crak enquanto diriga pela GO-060 insistindo freneticamente para que eu o acompanhasse. Deixei claro que não usava crack, nunca havia usado e nao tinha a menor intencao em experimentar, o homem entao deu algumas tragadas em seu cachimbo enquanto dirigia o guardou e seguimos sem mais "surpresas" ate a casa de João Alves de Carvalho onde eu nao havia ido uma vez sequer nos ultimos dez(10) anos anteriores a este dia. Ao chegar paguei o "taxista" o agradeci e ao sair do carro, me deparei com a atual esposa de João Alves de Carvalho, Yolani Alves de Carvalho conversando com alguns funcionarios no gramado perto a casa, estranhei pois, a mesma não esboçou qualquer reação ao me ver, como se ja soubesse de minha chegada, a cumprimentei, perguntei por João, ela disse que ele estava sentado a mesa na varanda da casa, me dirigi ate la e encontrei João sentado sozinho com um pacote de dinheiro sobre a mesa. Assim como sua esposa Joao nao esboçou qualquer reacao ao me ver, tambem o cumprimentei e disse que precisava de sua ajuda para um assunto complicado envolvendo sua familia, o mesmo guardou o pacote de dinheiro e me perguntou doque se tratava ja que nunca tivemos um relacionamento proximo e nao nos viamos desde a morte de Iramar(2006). Deixei claro que so o havia procurado por temer por minha vida em relacao a pessoas ligadas intrinsecamente a sua familia que me assediavam de forma nebulosa na capital Goiania Goias. João me ouviu em silencio quando relatei sobre o gangstalking no transito, sobre o assedio em redes sociais, sobre meu temor a respeito de pessoas circundando minha residencia, sobre meus contatos nos dias anteriores com suas filhas e exposa, sobre as ameaças diretas dos agentes de gangstalking e ainda sobre minha certeza de que de algum modo estes fatos estavam relacionados ao fato de eu ser filho biologico de Iramar Jose Alves e que portanto ele João sendo o patriarca da familia de Iramar, poderia me ajudar em relação a intenções criminosas de membros da familia de Iramar interessados em me assassinar por motivos financeiros relacionados a direitos futuros legitimos de Iramar (outorgados a minha pessoa em funcao de sua morte) sobre o patrimonio de João. Ao ouvir meus relatos sobre o cerco na captial a esposa de João disse: fique tranquilo pois, "isto não é para te fazer mal", e enquanto João ria cinicamente ao se levantantar da mesa. Entao Yolani me deu agua, anunciou que faria algo para que eu comesse, me forneceu uma bermuda velha e uma camisa velha de João para que eu vizivelmente esgotado e com insolação pudesse tomar um banho e me alivar. Entendi que os dois assim como as filhas de João e Eva estavam envolvidos com os fatos que eu relatara e que ali se faria outra cilada. Minutos apos eu tomar banho e comer chegaram, Iara e seu "jagunço namorado", vulgo (vaguinho) o mesmo homem que participou da conversa entre eu e Iara na residencia da mesma no municipio de Trindade Goias, no dia anterior. Iara novamente repetiu o show: o que voce quer, não temos nada haver com sua vida, voce nao pode procurar meu pai e minha mae... Contudo dessa vez Iara gritava e batia na mesa tentando se impor e acrescentou que eu era usuario de crak estava louco e se oferecia para me internar enquanto seu jagunço participava argumentando que era dependente quimico recuperado e que achava que eu era usuario de crack. Não perdi a razao, mas fiquei extremamente nervoso com oque eu ouvia, o que somado ao esgotamento fisico, fez com que eu me exaltasse ao refutar as acusações ridiculas de Iara e seu jagunço, cheguei a me retirar da mesa e ira ao banheiro vomitar e ao voltar afirmei a Iara que tinha certeza de que ela estava por traz do cerco a minha pessoa e essa ja menos exaltada insistia em me perguntar o por que, como se eu tivesse que adivinhar o que éra claro a todos, "me matar sem comprometer sua familia ou me interditar e encarcerar para sercear meus direitos futuros em relacao ao espolio de Iramar (direitos sobre os patrimonios de seus pais) ate que conseguissem condicao ideal para me assassinar sem se comprometer. Em um momento de silencio a esposa de João se aproximou e sentou se ao meu lado me encarando sinicamente tambem em silencio enquanto, a alguns metros João assistia a tudo atento na companhia do jagunco de Iara que se afastara da mesa. Para nao acusar os ali presentes de tentativa de homicidio, formação de quadrilha, ameaças e etc. sem provas legalmente aceitas em processo e ter tempo para achar meio de sair daquela situacao, divaguei algumas bobagens e Iara ja em tom mais calmo imaginando que estava no controle da situação me disse que a unica familia que eu tinha eram ela Iara, sua irma Mara e meu tio Renato Evangelista da Rocha. Maisu uma vez afirmei nao ser usuario de crak, nao ser locuo e ter certeza de que a familia de Iramar estava por traz do cerco. Fiz questão de afirmar tambem que fazia uso recreativo de maconha e que em hipotese alguma este habito justificaria o que me acontecia e minhas convicções. Obs. Fiz questão de relatar sobre a maconha pois, nunca fiz segredo a ninguem sobre apreciar um baseado de maconha "pura" e apesar da maioria dos paradigmas a respeito do consumo desta planta ja terem sido quebrados, este produto ainda é ilicito e o habito de consumi lo ainda é criminalizado. Contudo ciente de que este habito ja era de conhecimento de todos e poderia ser usado legalmente e inescrupulosamente contra minha pessoa pela familia de Iramar, sua quadrilha e associados, não consumo mais maconha desde janeiro de 2014. Apos alguns minutos em silencio alguem me disse via telepatia sintetica: "peixe grande pensa, peixe pequeno fala", permaneci em silencio e entao Iara perguntou(verbalizando) a seu pai: "ja pode deixar ele aqui", João respondeu a ela(verbalizando): "vamos esperar um pouco mais". Então Iara anunciou que me conduziaria a uma pousada no municipio de trindade paraque eu descansasse e assim o fez. Seguiamos em silencio no veiculo de Iara e ainda nas terras de João, quando alguem utilizando a voz de João ou o proprio João perguntou a Iara via telepatia sintetica: "sera que valeu a pena mexer com isso" e ela respondeu tambem via telepatia sintetica e com movimentos de cabeça afirmativos: "valeu sim". Obs. Estariamos então conectados via telepatia sintetica, Eu, Iara e João. Entretanto não confio em absolutamente nada do que ouço dos membros da familia de Iramar, muito menos via esta tecnologia que comprovei por experiencia ser utilizada para tortura, manipulação e lavagem cerebral.

Confirmando meu raciocinio o evento seguinte foi mais uma cilada. Fui conduzido a uma pouzada no municipio de Trindade Goias, e na chegada Iara transparecia satisfação e agia como se eu tivesse aberto mao de minha vida e estivesse a sua disposicao, disse em determinado momento que estava no hora de eu comecar a "usufruir" mas nao disse sobre o que e nem perguntou se eu queria. Temendo por minha segurança na capital e totalmente esgotado fisicamente permaneci na pousada sem ressalvas por alguns dias. Iara me levou algumas roupas velhas de seus filhos e disse que voltaria para me conduzir a uma reuniao. Enquanto isso meus compromissos profissionais na capital Goiania Goias colapsavam. Ao ser conduzido a tal reuniao na casa de Iara, estavam presentes, Joao Alves de Carvalho, Eva Edna Alves, Iara Celia Borges Alves de Carvalho, Mara Edna Alves de Carvalh e para minha surpresa meu tio Renato Evangelista da Rocha, irmao de minha mae biologica Maria da Consolação Evangelista. Iniciaram o teatro tentando me deixar sem saida ao cenario. Agiam como se eu tivesse desaparecido e reaparecido sem condicoes de responder por minha vida. Renato parecia nao saber muito sobre minha vida e estar entregue ao cenario produzido pela familia de Iramar. Chegou a me perguntar se eu havia cometido algum crime, para ter procurado a familia de Iramar pedindo ajuda em relação a perseguidores. Esclareci que vivia bem, financeiramente estavel e tranquilo na capital, que estava comercializando lotes, carros usados e construindo casas populares na capital Goiania Goias e na cidade de Aparecida de Goiania Goias nos ultimos dois(2) anos. Apos tolerar algumas criticas "ridiculas" sobre minha independencia financeira e social (em relação a familia de Iramar e ao proprio Renato) e ainda sobre as circunstancias e condicoes em que fiz contatos com os familiares de Iramar, Iara assumiu o cenario e os demais a seguindo começarm todos a me perguntar, por que eu os procurara e em que poderiam me ajudar. Tendo entao certeza de que o cerco realizado "ocultamente" pela familia de Iramar, sua quadrilha mercenaria (e associados) que opera tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagens socioeconomicas, tinha como objetivos, me levar a obito sem envolver os mandantes ou me subjugar a alguem controlado pelo grupo me desqualificando de minha autonomia pessoal ate que conseguissem me eliminar discretamente; Resolvi neutralizar os ali presentes e retornar a minhas rotinas na capital. Divaguei sobre algumas bobagens não me pus a merce de nenhum dos presentes, fui conduzido novamente a pousada, no dia seguinte fui ao banco e com meu RG consegui sacar algum dinheiro e retornei a captial onde providenciei, segunda via de minha CNH, novas chaves para meu veiculo que estava estacionado na rua a uma semana e tambem novas chaves para minha residencia. Contudo apos retornar a casa e rotinas intensificaram ainda mais a tortura psicotronica eletronica constante, gangstalking e sabotagens sociocenomicas. Tornou se inpossivel comer, dormir e trabalhar normalmente, cheguei a emagrecer 7 kilos, sofri um acidente automobilistico que quaase me levou a obito e estou a um passo da ruina financeira, fisica e social total, cheguei a fazer novos contatos com membros da familia de Iramar para tentar "sem sucesso" por fim ao que essa familia e sua quadrilha fazem contra minha vida.

 

Em uma das outras tentativas de por fim a tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagens socioeconomicas, mesmo ciente de que toda a familia de Iramar conspira em acordo, decidi fazer contato novamente com Eva Edna Alves. Em sua residencia na zona rural de Trindade Goias encontrei apenas seu funcionario, vulgo (zé). Minutos apos minha chegada o funcionario de Eva, Zé atendeu uma ligaçao de Iara e me colocou ao telefone com a mesma. Iara totalmente transtornada, disse: Voce não sabe do que eu sou capaz! Voce não sabe com quem esta lidando! Saia da casa de minha mãe, nao volte! Eu vou vender tudo que meus pais tem e te deixar sem nada! Vou acabar com voce! Perplexo e achando ridicula a atidude de Iara, afirmei a mesma que estava indo embora e que a mesma deveria fazer o que bem entendesse com os patrimonios de seus pais. Antes que eu fosse embora o funcionario de Eva, Zé, quase chorando me disse: "Eu acho um absurdo o que eles estao fazendo!" te desejo sorte! Quando questionado sobre detalhes do que a familia de Iramar estava fazendo, Zé permaneceu em silencio claramente abalado e se afastou. Entao novamente voltei a capital.

 

Dada a impossibilidade de viver normalmente sob tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagem socioeconomia e por nao te obtido ajuda de nenhuma autoridade ainda procurei em outras ocasioes a familia de Iramar. Porem em todos estes contatos a familia de Iramar ciente que eu nao aceitarei estar subjugado a ninguem passaram a agir como se nada estivesse acontencendo e me tratavam civilizadamente forçando conversas triviais e quando eu os questionava sobre os as tecnologias e pessoa utilizadas para me assediar, todos se faziam desentendidos, desviam o assunto e quando eu insistia, se exaltavam, me ofendiam, me ameaçavam, me mandavam ir embora e se retraiam totalmente. Somente João Alves de Carvalho e Iara revelaram sem pudores relacao com os operadores da tortura psicotronica eletronica e sua estrutura. Em um dos contatos com Iara, mesmo afirmando teatralmente não saber dos fatos, ao me ouvir dizer que a tortura psicotronica eletronica e todo o resto estavam acabando com minha vida, Iara disse: voce tem que dizer o que voce quer e deixar alguem te ajudar ou nao vamos parar, ou seja se subordine a alguem controlado por nos ou te assassinamos lentamente sem nos comprometer. Ao me ouvir dizer que não queria nada de ninguem, apenas me livrar da familia de Iramar e das pessoas que os servem, para viver minha vida em paz, Iara retrucou: Voce tem que passar por coisas que nos passamos, como se quisesse me induzir a pensar que ela e sua irma tambem tivessem sido vitimas de tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagem socioeconomica.


Nos ultimos contatos com João e sua atual esposa, ambos agiam como os demais, forcando conversas triviais, quando confrontados sobre os fatos aqui relatados se exaltando e etc.. Em um dos contatos João chegou a me ameaçar de morte e dizer que gostaria de ter matado Iramar pessoalmente, no momento seguinte a este fato João atendeu uma ligacao em minha presenca e disse que ainda nao queria me "internar" e completou a seu interlocutor: "voces que estao atraz dele, fiquem um pouco mais afastados". No ultimo contato com João e sua esposa a mesma foi quem liderou o "show", me ameaçando ao dizer: Voce nao deve vir aqui na fazenda, vou denuncia lo a policia e dizer que voce esta agredindo o João. 

 

Cheguei a produzir um texto relatando as atrocidades das toturas eletronicas, metodologias de lavagem cerebral, assedio por gangstalking e sabotagens praticados pela quadrilha mercenaria e outro documento onde afirmo as irmas de Iramar que abro mao de meus didreitos legitimos em favor das mesmas, em condicoes que lhes atenda para que saiam de minha vida com seus funcionarios mercenarios. Estes documentos foram entregues a João e Eva, sem feedback algum por parte da familia de Iramar.

 

Contudo ficou claro que a familia de Iramar, sua quadrilha mercenaria e associados vao manter a tortura psicotronica eletronica, o gangstalking e as sabotagens socioeconomicas ate que me eliminem me enquadrando em um cenario que nao os responsabilize. Portanto desde o inicio do ano de 2015 nao fiz mais contatos com nenhum dos membros da familia de Iramar.

 

Notas: Sobre a Tortura Psicotronica/ Eletronica, Gangstalking e Sabotagens Socioeconomicas, praticadas contra minha pessoa, pela familia de Iramar, pela quadrilha mercenaria que os serve e seus associados, (a partir de 1985).

 

Sobre Tortura Psicotronica/ Eletronica: Em janeiro de 2014 identifiquei alterações fisicas distintas em meu corpo e comunicação por telepatia sintetica com alguns membros da familia de meu falecido pai biologico e um grupo de profissionais e seus associados, como relato no menu Meu Caso. Contudo apos enontrar na web informações sobre determinadas tecnologias, metodologias de tortura, relatos de casos similares e refletir sobre meu historico de vida compreendi que meu corpo esta sob influencia de telepatia sintetica e armas de energias dirigidas desde o meu nascimento e meu contexto de vida sempre esteve sob assedio do grupo. Os proprios operadores da tortura psicotronica explicitados em 2014 fazem questão de me mostrar por transmissoes diretas em meu cortex auditivo e visual situações onde me expuseram a riscos diversos (de morte, de mutilações, de ser implicado em crimes praticados por terceiros e mesmo encenados pelos operadores da tortura psicotronica em associação a seus agentes de gangstalking). Abaixo listo alguns exemplos que sao frizados pelo grupo e detalho em seguida o modus operandi, da tortura psicotronica que altera fisicamente o corpo do individuo alvo e sua rotina, direcionando o mesmo para as situações de risco.

 
1- Quando eu tinha aproximadamente dez (10) anos de idade, comecei a sofrer dores de cabeça constantes que começavam e terminavam aleatoriamente, coincidentes a um periodo de um(1) ano em que vivi com Maria da Consolçao Evangelista em uma casa vizinha a casa de minha avó Maria Emidio Evangelista. Apos queixas constantes de minha parte sobre as dores. Maria juntamente com o pai de Iramar, João Alves de Carvalho me conduziu a um especialista que identificou os sintomas como sendo de sinuzite, entretanto apos a realização dos exames padroes ficou constatado que não se tratava de sinuzite e que não havia nenhuma anomalia em minha saude que justificasse as dores.
 
2- Quando eu com douze/ treze (12/13) anos de idade ja auxiliando Iramar no trabalho que este exercia nas terras de sua mãe, quase fui morto por uma vaca ao entrar "destraido" no curral onde a mesma estava isolada por ser um animal perigoso.
 
3- Quando com quatorze quinze (14/15) anos eu dirigia um trator nas terras da mae de Iramar para chegar ao ponto onde eu tomaria um onibus com destino a trindade, no caminho em um trecho ingreme eu subia e João Alves de Carvalho trafegava no sentido contrario. O mesmo impediu minha passagem e me obrigou a fazer uma manobra reversa perigosa dada a inclinação do terreno e enquanto eu realizava a manobra ele me pressionou me obrigando a desviar para fora da estrada para evitar uma colisao e neste momento eu quase cai de uma ponte com o trator.
 
4- Em circunstancias posteriores quando eu operava maquinas pesadas (trituradores de cana de acucar e beneficiadores de milho) a tortura eletronica me distraia me fazendo correr riscos de mutilações e mesmo morte. Obs: Iramar Jose Alves sofreu duas mutilações que mudaram drasticamente sua vida, as duas em acidentes domesticos. Na primeira ele operava uma ensiladeira que prendeu a manga de sua camisa e causou ferimentos graves que levaram a amputação de seu braço esquerdo, a segunda o deuxou desfigurado pois em uma queda dentro de seu quarto sob efeito de alcool ele sofreu lesoes graves no nariz e apos cirurgia plastica "ignorou repouso" e ate chegou a usar medicamentos veterinarios em seus curativos o que o deixou cicatrizes severas por toda a extensao de seu nariz.
 
5- O habito de consumir recreativamente maconha foi alvo da quadrilha no sentido de me envolver e mesmo somente me associar a pessoas que tinham profundo envolvimento com drogas pesadas como cocaina, crack e tambem com crimes diversos, da seguinte forma. Quando eu intencionado a conseguir um cigarro de maconha pessoas por minha conhecidas (recrutadas pela quadrilha) dificultavam meu acesso a um baseado e se esforçavam em me conduzir a contextos onde eu so conseguia um cigarro de maconha por um auto custo e exposição atraves de pessoas envolvidas com drogas pesadas e mesmo com outras ilegalidades (contrabando, pirataria, roubos e etc.). Ao evitar essas pessoas e estabelecer um contato saudavel e discreto para a aquisição de maconha os agentes de gangstalking inesperadamente apareciam e se infiltravam em meu contexto e novamente empreendiam assedio de forma ridicula e ate mesmo desesperada para me conduzir a presença de pessoas com as quais eu jamais me relacionaria por qualquer motivo. 
 
6- Outra circunstancia em que a tortura psicotronica eletronica me afetou a ponto de me colocar em risco de morte foi no ano de 2011 enquanto praticava esportes nauticos no municipio de Aracati, Ceara. Taquicardia, arritmia respiratoria, desorientação, movimentos involuntarios, fortes dores aleatorias repentinas em diversas partes do corpo (testiculos, articulações, olhos, cabeça e etc.). Obs. Nem de longe essas alterações fisicas podem ser associadas a desgaste fisico natural decorrente da pratica dos esportes.
 

7- Em periodos recentes anteriores a explicitacao da quadrilha relatada neste site, vivenciei algumas acontecimentos atipicos recorrentes enquanto dirigia meus veiculos, em principal, movimentos involuntarios bruscos subitos de meu braço esquerdo em virar o volante do carrro quando trafegando em linha reta (quase sempre me fazendo dirigir em contra mao por alguns metros), outra anomalia recorrente eram movimentos involuntarios de minha perna direita que resultavam em acerelação brusca repentina. Posteriormente notei que alterava meu modo padrao de dirigir em função de alterações fisicas que surgiam repentinamente (dores nos testiculos, hipersensibilidade visual aos farois dos outros carros distrações externas provocadas por outros motoristas e mesmo por pedestres (agentes de gangstalking).

 

Modus Operandi de Tortura Psicotronica Eletronica:

As alterações fisicas no corpo do individuo alvo sao realizadas por alterações nas funções eletricas do cerebro deste individuo, alem disso é possivel provocar lesoes fisicas nos orgaos por energias dirigidas. Para tanto é utilizado um aparato tecnologico que é transportado por objetos voadores que chamo em meus relatos de "satelites ou super drones hitec". (Ver Menus ImagensLinks). Deste aparato tecnologico não se encontram informações claras. Contudo de uma de suas funções, a telepatia sintetica é possivel encontrar ate as patentes norteamericanas, (Ver Menu Links). As demais funcionalidades sao relatadas em sites pessoais e em relatos de experimentos cientificos distintos sobre o cerebro humano e tecnologias de vanguarda não associadas a tortura psicotronica eletronica, (Ver Menu Links) e são por mim experimentadas integralmente 24/7/365 desde janeiro de 2014. Tambem testemunhei minha avo Maria Emidio Evangelista queixar se de sintomas exatos aos por mim experimentados.

 

As dores são utilizadas para incapacitar o individuo de viver normalmente e sao associadas a alterações das funcoes do corpo (arritmia cardiaca e respiratoria, nauseas vertiens cansasso, agressividade, sonolencia e etc), simulam sintomas de doenças para que o individuo procure medicos seja diagnosticado e tratado sem ter qualquer tipo de enfermidade e quando seu corpo for totalmente colapsado os danos fisicos a orgaos consequentes da tortura, da medicação desnecessaria e o conseguinte obito deste individuo sejam supostamente consequencias naturais em função da comprovação forjada de enfermidades. Tambem podem induzir estados de humor para alterar a rotina do individuo e mesmo suas reações a situações cotidianas e mesmo ençenadas para manipular o individuo e ou entao rotula lo perante a sociedade em acordo aos interesses do grupo.

 

As dores e alteracoes diversas das funcoes corporais em associacoes a vozes intracranianas e o teatro de rua gangstalking tambem servem para distrair o individuo, alterar suas rotinas e conduzi lo a situacoes de interesse da quadrilha que podem ter diversos objetivos. Provocar acidentes fatais no transito, no trabalho, conduzir o individuo a presença de agentes de gangstalking para que este seja enquadrado em algum contexto de interesse do grupo, atrapalhar alguma atividade social ou profissional do individuo, impedir que o individuo se alimente, durma normamente e assim comprometer sua saude e atividades cotidianas, impedir que o individuo se relacione com pessoas que nao atendam os interesses do grupo e caso o individuo não reaja de acordo a tortura se intensifica ate que este se veja totalmente incapaz de viver normalmente e seja levado a vulnerabilidade psicologica, fisica, financeira e social total, por fim encarcerado em clinica psiquiatrica ou outrem, consequentemente interditado e controlado ate a morte por pessoa que sirva a familia multimilionaria contratante da quadrilha mercenaria.

Em apoio aos objetivos da tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagem socioeconomica são introduzidos no organismo do individuo alvo sem que ele perceba, drogas psicoativas e mesmo substancias nocivas, violando alimentos em locais frequentados pelo individuo e mesmo invadindo a residencia do individuo em sua ausencia e violando seus objetos pessoais, alimentos e agua. O fazem tambem atraves de pessoas "proximas" corrompidas. (O fazem estrategicamente em relação a posologia e cronologia, para que não seja possivel ao individuo detectar e consequente responsabilizar algum agente do grupo que possa ser associado aos mandantes e executores). Obs. Caso o individuo faça uso de algum medicamento comum ou mesmo drogas leves como cigarros, maconha e alcool estes habitos seram aproveitados em exagero para produzir danos ao individuo no tocante a sua saude e tambem contexto social. Ao se certificar que esta sob este tipo de assedio em hipotese alguma se coloque em posicao onde qualquer pessoa lhe ofereça alimentos e ou bebidas. Quando voce tiver certeza de que introduzem substancias em seu organizmo, tentaram ridicularizar seus relatos ou recusas em situações (com publico) onde os alimentos não estaram violados e encenaram que setrata de uma "brincadeira" para te colocar em paranóia e caso seja possivel de que voce é paranoico por algum disturbio mental ou dependencia quimica.

 

Obs.1 - Manter o individuo alvo em estado latente de esgotamento fisico e mental é uma das prioridades da quadrilha pois, assim impedem que o individuo consiga viver normalmente enquanto produzem cenarios (com ajuda de profissionais, pessoas proximas e mesmo familiares do individuo, recrutados) que justifique rotulos impostos pelo grupo e mesmo a situação degradante resultante dos ataques em que o mesmo se encontrar. Com objetivo de obrigalo a se subordinar a pessoa que atenda os interesses do grupo ate que consigam assassinar este individuo de forma "oculta", utilizando o proprio individuo . 

 

Obs.2 - Qualquer habito por mais inofencivo que seja sera utilizado pelo grupo (com apoio de profissionais idoneos e bem qualificados) para justificar enfermidades, sequelas fisicas, problemas psicologicos, prejuizos financeiros e etc. O mesmo para atitudes reativas aos assedios diversos. Quanto pior sua saude e situação geral melhor sera para o grupo que te ataca.

 

Obs.3 - Todo relato do individuo atacado sobre totura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagens socioecentomicas (a qualquer pessoa), todo contato do individuo com os mandantes e agentes de gangstalking, sera manipulado como for possivel para compor o cenario onde o individuo alvo é rotulado, mentalmente perturbado, periculoso, desonesto, incapaz e etc. O ato do individuo algo evitar contato com essas pessoas tambem sera utilizado para argumentar em favor da rotulacao do individuo alvo conforme os interesses do grupo e ate mesmo facilitara a aceitacao da sociedade ao perfil psicologico social em que o grupo quer enquadrar o individuo. Os agentes de gangstalking que tiverem tido mais proximidade ao individuo alvo seram os mais eficientes para embasar a rotulação do mesmo.

 

Sobre o Gangstalking: Esta faceta das atividades empreendidas contra o individuo alvo sera pautada por provocar constrangimentos e enquadramentos em situações e encenações para rotular o individuo alvo (ignorante, arrogante, ingenuo, mentalmente perturbado, dependente quimico, de ma indole, psicotico, criminoso, incapaz e etc.). Obs. As pessoas "recrutadas" mais proximas e intimas ao individuo alvo teram como objetivos principais em suas atividades isolar o individuo alvo de relacionamentos saudaveis e enquadrar este individuo em situacoes e cenarios que desqualifiquem suas faculdades mentais e seu carater, para que quando o individuo ofereca resistencia a manipulação do grupo, essas pessoas, que podem ser relacionadas ou mesmo somente associadas ao individuo (amigos, familiares, colegas de escola, de trabalho, pessoas com as quais o individuo manteve relacionamentos afetivos, sociais e etc. ) possam ajudar profissionais (psicologos, advogados) supostamente bem intencionados e imparciais a "justificar" a rotulação do individuo alvo mentalmente perturabado pautados nos relatos dessas pessoas de fatos ocorridos e mesmo encenados que envolvam diretamente o individuo alvo. Os relatos dessas pessoas, tambem fatos e situações envolvendo as mesmas serviram como uma luva sob medida ao embasamento de diagnosticos de doencas e disturbios mentais, alem de poderem tipificarem alguns tipos de crimes. Com relação aos crimes o foco sera forjar a "comprovação" de intenções por parte do individuo. Contudo não perderam oportundade de rotular o individuo direta ou indiretamente participante ou responsavel por algum crime.

 

Alguns agentes de gangstalking seram cuidadosamente escolhidos por seu perfil sociopata, por suas experiencias criminiosas e por sua maleabilidade social. Os que obtiverem mais sucesso em se aproximar do individuo alvo e agir contra o mesmo teram atenção diferenciada da quadrilha. Os mais uteis ao grupo seram os dissimulados que possuem falhas de carater e habilidades sociais, eles seram catalizadores de apoiadores (manipulados ou recrutados por contrapartida), de situações, de cenarios e de publicos contra o individuo alvo, que estara alheio ao que se passa. Ao identificar essas pessoas em seu circulo social como nocivas o individuo alvo tera dificuldades em sair do raio de ação delas. Dentre estes agentes de gangstalking os mais competentes seram cultivados e protegidos pela quadrilha, as contrapartidas por sua atuação contra o individuo alvo seram totalmente desvinculadas da origem e juntamente com pessoas proximas a estes (principalmente familiares) seram discretamente fomentados em circulos sociais uteis a conspiracao contra o individuo alvo e manteram desvinculação total ou proximidade "natural" da familia multimilionaria que ataca o individuo alvo com sua quadrilha. Ainda que ignoradas e rechassadas pelo individuo alvo e sem contato com o mesmo a anos essas pessoas manteram algum tipo de associação ao contexto do individuo alvo e seram uteis ao grupo que se empenha na deposicao extrajudicial do individuo alvo e no assassinato deste.

 

Obs.1. O Gangstalking é uma atividade que apoia a tortura psicotronica eletronica, a telepatia sintetica e a sabotagem socioeconomica contra um individuo alvo. Essas atividades associadas tem por objetivo levar o individuo alvo a vulnerabilidade psicologica, fisica, finaceira e social total para provocar o obito ou interdição e encarceramento deste individuo em circunstancias que nao podem ser tipificadas como crime de assassinato e de formação de quadrilha, em função do que permitem as tecnologias utilizadas, as estrategias elaboradas por profissionais de psiquiatria e direito alem de ter com um dos pilares principais a diluição das responsabilidades das atividades contra o individuo a ser elimidado pelo grupo.

 

Obs.2. A quadrilha dispoe de recursos quase "ilimitados" considerando a disparidade entre o poder socioeconomico da vitima e do grupo (familia multimilionaria e quadrilha mercenaria). Os agentes de gangstalking sempre seram fieis ao grupo pois, percebem vantagens (financeiras, sociais e etc.) significativas. Em alguns casos a quadrilha se valera de pessoas "sozias" a familiares, conhecidos e mesmo pessoas representando esteriotipos fisicos, sociais, culturais e etc. para compor cenarios que associados a tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagens socioeconomicas, influenciem ou enquadrem a vitima em rotulos, de modo a atender ao grupo que empreende a deposicao extrajudicial da mesma.

 

Sobre as Sabotagens SocioEconomicas:

Caso o individuo alvo consiga "driblar" os agentes de gangstalking, nao ceda as manipulacoes "ocultas" por telepatia sintetica e suporte as alteracoes fisicas sem dandos aceitaveis pela quadrilha uma outra estrategia do grupo para atenuar a destruição da vida deste individuo será a sabotagem socioeconomica. Empreenderam uma campanha de assedio velado por agentes de gangstalking conhecidos e desconhecidos pelo individuo. Infiltraram ou mesmo recrutaram (ludibriando, manipulando, chantageando, subornando ou como for possivel) pessoas no trabalho ou nos negocios do individuo, para prejudica lo, como for possivel sem se expor de modo que o mesmo contabilize prejuizos e não tenha sucesso ate que se veja totalmente arruinado, chegaram a depredar bens, empreendimentos e etc. Todas as sabotagens seram realizadas de modo a caracterizarem responsabilidade do individuo alvo e este sera rotulado incapaz, negligente, desonesto, avarento, ganancioso e etc.

 

Notas: Sobre as tecnologias utilizadas na deposicao extrajudicial de um individuo por tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagens socioeconomicas:

 

Por tudo o que tenho experimentado e encontrado na web mundial sobre tortura psicotronica eletronica, reflito e concluo que:

 

As tecnologias utilizadas para estas atividades são restritas a governos e grupos multimilionarios, algumas eu diria que sao ate mesmo experimentais e que existe um grande esforço por parte dos governos e grupos que as utilizam para manter a sociedade alheia a existencia, funções e empregos destas tecnologias. Sao utilizadas para manipular, rotular e levar a obito as pessoas alvo sem permitir que os operadores e mandantes se exponham as leis.

 

Não é necessario nenhum tipo de implante tecnologico no corpo do individuo alvo. O individuo alvo pode ser codificado com um receptor unico atraves do mapeamento a distancia da atividade eletrica de seu cerebro, o que permite que este individuo seja individualizado e acessado por estas tecnologias mesmo em uma multidao e somente este individuo seja atingido pelas ondas eletromagneticas em que se baseiam as funções do aparato tecnologico utilizado.

 

O aparato tecnologico utilizado e transportado por objetos voadores que orbitam o individuo alvo a uma distancia superior ao trafego aereo convencional, por este motivo trato estes objetos em meus relatos por "Satelites ou Super drones hitec". É humanamente impossivel sair do raio de acao destes objetos, seja em uma garagem subterranea, em um ambiente rural distante de cidades etc.. Uma gaiola de faraday efetiva contra o poder destas tecnologias teria que ser construida por profissionais e atender a requisitos militares para ser eficiente.

 

Os danos fisicos a orgaos e ao corpo em geral, causado pelas armas de energias dirigidas e por alteraçoes de comportamentos resultantes da exposicao a estas armas, jamais poderam ser associados a estas tecnologias pois nao existem lesoes, desgastes a orgaos, comprovações cientificas oficiais de alteracoes comportamentais nocivas e etc. oficialmente atribuidas a exposicao as ondas eletromagneticas de baixa frequencia provenientes destes aparatos tecnologicos e nem podem ser tipificados como crimes pois nao existem meios tecnologicos e nem juridicos que permitam as vitimas comprovar que sao acessadas pelas tecnologias. Pelo contrario as metodologias  e taticas operacionais dos operadores destas tecnologias estrategicamente resultam danos fisicos, prejuizos e acidentes fatais que se apresentam como sendo originados de outras fontes conhecidas e aceitas pela sociedade civil. Todos os relatos de vitimas como os meus neste site serviram para justificar problemas mentais diagnosticados por profissionais idoneos perante a sociedade, porem a serviço do grupo multimilionario, recrutados por manipulacao, suborno, coercao, chantagem ou qualquer vantagem que o poder economico e social das pessoas envolvidas possa lhes proporcionar.

 

Obs. Somadas as teconologias anteriormente citadas se valeram de softwares criados por hackers "convencionais". As redes sociais e computadores pessoais do individuo alvo seram hackeados, adulterados em acordo aos objetivos do grupo. Informações dos perfis seram alteradas, pessoas seram adicionadas a rede de "amigos" sem o conhecimento do idndividuo ou mesmo manipulando este individuo alvo por tortura psicotronica eletronica e telepatia sintetica. Conversas privadas seram influenciadas, adulteradas e "conduzidas" em função de rotular o individuo alvo em acordo aos interesses do grupo. Muitos dos contatos do individuo alvo em redes sociais seram agentes de gangstalking recrutados pelo grupo ou mesmo perfis falsos de pessoas conhecidas (utilizados na mairia das vezes com autorizacao dessas pessoas) e induziram o individuo a conversas que corroborem os com os interesses do grupo. Mais tarde essas conversas seram de conhecimento "publico" e utilizadas por profissionais de direito e psicologia, alem de serem utilizadas por pessoas "relacionadas" ao individuo para argumentar direta ou indiretamente em favor dos profissionais que iram forjar diagnosticos a respeito do individuo. Conteudos seram direcionados ao individuo em redes de entretenimento e ao acessa los o individuo navegara em um roteiro que o rotulara em acordo aos interesses do grupo. O individuo sera vitima de engenharia social em todos os ambitos de sua vida, tendo o grupo que empreende as atividades contra o individuo, objetivo unico de enquandra lo em perfil psicologico e social que justifique a degradação causada pela tortura psicotronica eletronica, gangstalking e sabotagem socioeconomica praticadas contra o individuo.


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